Preços do açúcar começam esta 5ªfeira (12) com leves altas em Nova York e Londres

Publicado em 12/09/2024 09:04
Cotações chegaram a trabalhar em baixa, mas inverteram movimento ainda pela manhã

Os futuros do açúcar iniciaram esta quinta-feira (12) com leves variações positivas nas bolsas de Nova York e Londres. As cotações chegaram a ser negativas durante o início do dia, entretanto todos os principais contratos reverteram o movimento e passaram a trabalhar com ganhos.

Por volta das 8h30 (horário de Brasília), o contrato outubro/24 de Nova York subia 0,09 cents, negociado em 18,82 cents/lbp. O março/25 também tinha alta de 0,09 cents e valia 19,16 cents/lbp. O maio/25 ganhava 0,06 cents e estava cotado em 18,36 cents/lbp. O julho/25 ganhava 0,06 cents e chegava a 17,87 cents/lbp.

Na Bolsa de Londres, o outubro/24 estava cotado em US$ 529,90/tonelada, alta de US$ 0,80. O dezembro/24 era negociado em US$ 519,60/tonelada, ganho de US$ 0,30. O março/25 subia US$ 0,90 e valia US$ 514,60/tonelada. O maio/25 estava em US$ 510,60/tonelada, com um aumento de R$ 1,00.

O açúcar vem de uma sessão de alta na última quarta-feira (11), provocada, segundo o Barchart, por uma cobertura de posições em futuros do açúcar desencadeada pelas altas superiores a 2% nos preços do petróleo. Entretanto, como apontou Filipi Cardoso, especialista de inteligência de mercado da StoneX, o adoçante tem registrado uma sequência de baixas recentemente por causa das condições climáticas positivas para o desenvolvimento das safras de cana-de-açúcar na Ásia.

Por: Igor Batista
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Açúcar encerra semana em baixa com perspectiva de excesso global de oferta
Vendas no Centro-Sul atingem 1,33 bilhão de litros nos primeiros quinze dias de janeiro
Exportações de açúcar fecham janeiro com queda de 27,2% no faturamento frente a 2025
Fixação de preço do açúcar do Brasil em NY atinge 38%, abaixo do ano anterior, diz Archer
Açúcar amplia perdas em NY e Londres com expectativa de excesso de oferta global
Centro-Sul deve impulsionar novo ciclo de excesso de oferta no mercado global de açúcar, avalia Hedgepoint