Açúcar fecha em baixa com aumento na estimativa de superávit global na safra 2025/26
Os preços do açúcar fecharam em queda na sessão desta segunda-feira (12), pressionados por novos sinais de um excedente global mais amplo do que o inicialmente previsto para a safra atua. A Covrig Analytics revisou para cima sua estimativa de superávit mundial em 2025/26, elevando o volume de 4,1 milhões para 4,7 milhões de toneladas, o que reforçou a percepção de maior oferta no mercado internacional.
Apesar do viés negativo, as perdas foram parcialmente limitadas pela avaliação da própria consultoria de que o excedente global tende a diminuir no ciclo seguinte. Para a safra 2026/27, a Covrig projeta um superávit de 1,4 milhão de toneladas, diante da expectativa de que preços mais baixos desestimulem a produção em alguns países produtores.
Na Bolsa de Nova Iorque, os contratos futuros encerraram o dia majoritariamente em baixa. O março/26 recuou 0,05 cent e fechou a 14,84 cents/lbp. O maio/26 perdeu 0,04 cent, sendo negociado a 14,51 cents/lbp, enquanto o julho/26 também caiu 0,04 cent, para 14,53 cents/lbp. O outubro/26 ficou estável e manteve o fechamento em 14,84 cents/lbp.
Em Londres, o movimento também foi negativo. O contrato março/26 cedeu US$ 2,50 e encerrou a US$ 423,40 por tonelada. O maio/26 recuou US$ 1,70, fechando a US$ 422,40 por tonelada. O agosto/26 registrou baixa de US$ 1,40, para US$ 418,80 por tonelada, enquanto o outubro/26 perdeu US$ 1,10 e terminou o dia cotado a US$ 417,70 por tonelada.