Depois da soja, safrinha de feijão caupi em Roraima

Publicado em 04/09/2016 10:27
Acima da linha do Equador e com duas horas a mais de luz

Encerrada a colheita da soja, os campos de Roraima vão sendo tomados pela safrinha de feijão caupi. Cultivada em áreas de sequeiro e sem adubação de solo a cultura se desenvolve bem na região.

O produtor rural, Afrânio Veiber, conta que a escolha da safrinha de feijão levou em conta os atuais patamares de preço em todo o Brasil, e também por ser uma "cultura de baixa investimento e ciclo rápido para fazer a rotação."

Além disso, é possível cultivar o caupi apenas com a adubação realizada na lavoura anterior [que na maioria dos casos é a soja], reduzindo os custos e ainda assim garantindo boa produtividade.

Veiber lembra também que tradicionalmente após a colheita da soja os produtores costumam investir - nas áreas de sequeiro - também na braquiárea, para obter "a palhada, que chega a dar mais lucro até que a safrinha de carne".

Com baixo investimento na terra, o produtor se mostra satisfeito com os resultados obtido na nova fronteira agrícola. Após a colheita do feijão caupi, Veiber pretende semear algodão ou milho.

 
Plácido Alves
Super. Ministério da Agricultura de Roraima
Matheus Veiber
Proprietário em Boa Vista/RR
Por: João Batista Olivi e Larissa Albuquerque
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Créditos no Agro: Reforma Tributária e os impactos dos créditos
Cleber Soares é o novo secretário-executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária
Líder supremo do Irã diz que gestão do Estreito de Ormuz entrará em nova fase
Líbano busca cessar-fogo temporário para permitir conversas mais amplas com Israel, diz autoridade
Safra da noz-pecã pode se aproximar de 8 mil toneladas após dois ciclos de quebra
CTECNOS Araguaia e Parecis recebem visitas técnicas em abril