Debate sobre revitalização de solos, Coopavel 2017, estande da Fertiláqua

Publicado em 08/02/2017 14:22
Com mediação de João Batista Olivi, o debate contou com: Telmo Amado - Professor Universidade Fed. Santa Maria - RS Dirceu Gassen, Engenheiro Agrônomo Paulo Dejalma Zimmer - Prof. UFPEL Pelotas RS

O estande da Fertiláqua na Show Rural Coopavel 2017, em Cascavel (PR), recebeu nessa manhã um debate mediado pelo jornalista João Batista Olivi, do Notícias Agrícolas, com a presença do professor Telmo Amado, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), do engeheiro agrônomo Dirceu Gassen e do professor Paulo Dejalma Zimmer, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

No debate, Amado iniciou uma discussão a partir da safra recorde esperada para o Brasil neste ano, o que anima a economia brasileira. Para ele, é momento de pensar em novas alternativas para que tenhamos, pelos próximos 10 anos, safras recordes sucessivas.

Neste ponto, ele destaca a necessidade de refletir sobre os solos de fertilidade construída, lembrando que os agricultores pegaram os solos com fertilidade natural baixa e manejaram esses solos para que pudessemos chegar aos atuais resultados. Importante também foi o plantio direto, que segurou a erosão e foi fundamental nesse processo de construção.

Hoje, com o plantio direto consolidado, há novos desafios a serem enfrentados para que os produtores possam alcançar produtividades em torno de 190 sacas por alqueire (78,5 sacas por hectare). Alguns deles são o aumento da matéria orgânica e a compactação do solo.

Acompanhe o debate completo no vídeo acima.

 

Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Simples Nacional no Agro: será que continua sendo a melhor opção em 2027?
Ações europeias fecham na mínima em três meses com bancos sob pressão de alta nos rendimentos dos títulos
Produção de açúcar do centro-sul recuou 41,6% na 1ª quinzena de setembro, diz governo
MAPA informa abertura de mercados no Kuwait, Nicarágua, Síria e Bangladesh
Sistema FAEP defende revisão das regras envolvendo acesso a propriedade lindeira
Tabaco e diversificação movimentam R$ 23,2 bilhões nas propriedades produtoras