Discussão sobre os modismos atuais da agricultura brasileira

Publicado em 14/03/2018 09:52
Discussão sobre os modismos atuais da agricultura brasileira

O jornalista João Batista Olivi, do Notícias Agrícolas, conversou com o dr. Elmar Floss, fisiologista e professor em manejo de plantas, sobre alguns assuntos polêmicos que se tornaram "modismos" atuais da agricultura brasileira.

Confira alguns deles:

Pó de rocha

O pó de rocha é uma matéria mineral que vai liberando nutrientes para o solo, assim como a argila. Para a aplicação, os produtores precisam saber qual daquele total de minerais estará disponível para a planta. "É um fertilizante como outro qualquer", salienta Floss. "Quanto mais fino ele for, melhor a produtividade".

Plantio cruzado

Embora tenha sido visto em uma propriedade que foi campeã de produtividade pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), o plantio cruzado não interfere diretamente na produtividade. Uma boa lavoura, como lembra o fisiologista, começa com uma boa qualidade de sementes, bem como uma semeadura com qualidade.

Aplicação de fósforo a lanço

Uma grande quantidade de fósforo na linha inibe o zinco. Desta forma, um solo argiloso, no qual a mobilidade do fósforo é menor, sua colocação a lanço não permite a inflitração. Já em um solo arenoso, a aplicação é mais privilegiada.

Grade para revolver o solo

A grade é fundamental quando se está abrindo uma nova área para incorporar cultivos. Contudo, para aqueles produtores que possuem o solo corrigido, a grade não tem nenhuma função e pode ser pior do que o fogo.

Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Simples Nacional no Agro: será que continua sendo a melhor opção em 2027?
Ações europeias fecham na mínima em três meses com bancos sob pressão de alta nos rendimentos dos títulos
Produção de açúcar do centro-sul recuou 41,6% na 1ª quinzena de setembro, diz governo
MAPA informa abertura de mercados no Kuwait, Nicarágua, Síria e Bangladesh
Sistema FAEP defende revisão das regras envolvendo acesso a propriedade lindeira
Tabaco e diversificação movimentam R$ 23,2 bilhões nas propriedades produtoras