80 milhões de brasileiros estão muito desanimados com as eleições

Publicado em 15/05/2018 15:45 e atualizado em 16/05/2018 02:49
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Pesquisas mostram números fortes. Falta de perspectiva e orientação com os candidatos atuais abre espaço para a possibilidade de surgir um novo.

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Nesta terça-feira (15), o analista político Christian Lohbauer conversou com o Notícias Agrícolas sobre o cenário político do país, no qual, a quatro meses das eleições, 60% da população brasileira não se mostra interessada na corrida eleitoral, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Segundo Lohbauer, o cidadão não tem mais vontade de ouvir falar na velha política e "vai pensar mais adiante no que irá fazer". Para ele, há uma grande chance de ter representantes de centro e de direita na disputa do segundo turno, salientando a ausência de candidatos posicionados à esquerda nos números finais.

Contudo, a pesquisa espontânea da CNI mostra 18,6% da população manifestando seus votos no ex-presidente Lula. Em segundo lugar, aparece Jair Bolsonaro, com 12,4% dos votos, seguido por Marina Silva, Geraldo Alckmin e Joaquim Barbosa, que declarou sua ausência das pesquisas. Os indecisos, por sua vez, representam 39,6%, enquanto os brancos e nulos representam 21,4%.

Para o analista, o eleitor está em busca de uma alternativa que não se conhece ou que ainda não se apresentou. O número de brancos e nulos, para ele, são recorde desde a redemocratização, nos anos 1990. Ele também acredita que não há chances de Lula ser candidato e, quanto muito, ser eleito nesse cenário.

Ele acredita que alguns candidatos como João Amoedo, do Partido NOVO, bem como Álvaro Dias, do Podemos, devem alcançar um crescimento nessa corrida. Geraldo Alckmin, do PSDB, também deve ganhar espaço, bem como Ciro Gomes, do PDT e Marina Silva, do REDE, estes últimos que devem dividir parte do eleitorado do PT.

Confira a entrevista completa no vídeo acima...

Bolsonaro preocupa mercado, diz Meirelles (O Antagonista)

Presente ao evento dos dois anos de governo de Michel Temer, Henrique Meirelles declarou que o histórico de votações de Jair Bolsonaro, líder nas pesquisas, gera “insegurança” no mercado.

“Hoje falei com gestores dos maiores fundos de investimento do Brasil e tem preocupação. O histórico de votações dele [Bolsonaro] no Congresso. É difícil. O mercado é cético de uma mudança radical, tudo que ele pensa”, disse o ex-ministro da Fazenda.

Meirelles, que tenta se viabilizar como candidato do MDB, também fez críticas a Ciro Gomes e Marina Silva. “Ciro, por exemplo, quer acabar com a reforma trabalhista e mais outras coisas. Tudo isso é um sinal que gera insegurança.”

Ciro Gomes e a ‘loucura’ do indulto a Lula

Na Suécia, Ciro Gomes disse que a ideia de conceder indulto a Lula, caso ele se torne presidente, é “uma loucura” –mas não porque o petista é culpado, e sim porque ele é “inocente”.

“Se eu prometesse indulto a Lula, eu estaria agindo contra ele, que é meu amigo há mais de 30 anos”, declarou o pedetista, em resposta à pergunta de um brasileiro na plateia.

“Indulto é apenas para aqueles que já foram condenados em todas as instâncias. E Lula ainda está recorrendo da decisão que o condenou. Portanto, se eu disser que daria indulto a Lula caso for eleito, Lula poderia me mandar para a puta que pariu”, acrescentou o presidenciável, com a elegância costumeira.

Ao mesmo tempo, Ciro criticou as pesquisas que ainda incluem o nome do presidiário de Curitiba, dizendo que a presença de Lula nelas vai “deformar tudo o mais”.

É um esforço danado para manter cada pé em uma canoa.

Temer diz que tirou o Brasil ‘do vermelho’ (O Antagonista)

No discurso que fez no Planalto para marcar os dois anos de sua gestão, Michel Temer listou as ações do governo federal no período e disse que “tirou o Brasil do vermelho”.

Também disse que colocou o Brasil acima de qualquer interesse político-partidário e que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário “governaram juntos”.

E, a certa altura, confundiu-se com o teleprompter e disse que “soluções extremas demandam soluções também extremas”.

Ainda assim, não chegou ao nível dos discursos clássicos de Dilma Rousseff.

O Brasil e os brasileiros têm escolha fundamental a fazer neste ano; continuar no caminho certo, com resultados reais, ou buscar alternativas que podem gerar insegurança (MICHEL TEMER)

Peço alguns instantes de sua atenção para recordar um número de janeiro de 2016. Na Bolsa de Valores, a Petrobras valia R$ 67 bilhões. Pouco mais de dois anos se passaram. Nesta última semana, a Petrobras reconquistou o título de empresa mais valiosa do Brasil. Ultrapassou os R$ 350 bilhões.
Em 24 meses, recuperamos a Petrobras, o Banco do Brasil, os Correios, a Caixa Econômica Federal; elevamos o PIB a patamar positivo, melhoramos a gestão pública, ajudamos estados e municípios; reformamos leis e instituições. Trabalhamos sem parar.
Recuperamos o Brasil. No aniversário de dois anos de meu governo, aqueles que analisarem com isenção vão constatar: cumprimos o que escrevemos no documento "Ponte Para o Futuro". Transformamos a mais grave recessão da nossa história em crescimento consistente. Trocamos as famosas "pedaladas" por responsabilidade fiscal.
Integramos o Brasil ao mundo, atraindo investimentos e recuperando a credibilidade. Os programas sociais, que estavam ameaçados, têm hoje os melhores indicadores da história.
O resultado está aí: o que antes era desalento agora é trabalho. Quando assumimos, havia uma dilapidação de 150 mil empregos de carteira assinada por mês. Neste ano, registramos um saldo de 204 mil vagas com carteira assinada. E, nos últimos 12 meses, foram criados mais de 1,5 milhão de postos de trabalho.
O Bolsa Família está mais amplo — atende hoje 160 mil famílias a mais do que as 14 milhões do seu recorde anterior, em 2014. Está mais acessível para quem precisa porque zeramos a fila, que chegou a ter quase 2 milhões de famílias em maio de 2015.

Os resultados são incontestáveis em todas as áreas: a menor inflação da história do Plano Real, as menores taxas de juros de nossa história, os dois maiores superávits comerciais, duas safras agrícolas recordes, o maior número de títulos de propriedade (mais de 200 mil), agrária ou urbana, já distribuídos.
A indústria automobilística reagiu, com mais 40% na produção de veículos leves em abril, no comparativo com o mesmo mês de 2017. A produção aquecida e as demandas do comércio (mais 4% na construção civil em 2018) elevaram em 77% as vendas de caminhões em abril deste ano, na comparação com o ano passado. Fizemos nossa parte para essa retomada com a liberação das contas inativas do FGTS, que colocou R$ 44 bilhões na economia e beneficiou 25,9 milhões de trabalhadores.
Desde a primeira hora, saí em busca de mais investimentos, de mais comércio e de mais empregos aos brasileiros. Estive na Ásia, Europa e em nossos vizinhos da América. Trouxemos bilhões em negócios. Saímos do oitavo para o segundo lugar como melhor destino para investimentos em todo o mundo.

O Brasil e os brasileiros têm escolha fundamental a fazer neste ano. Continuar no caminho certo, com resultados reais, ou buscar alternativas que podem gerar insegurança, crise, dívidas, inflação, recessão, desemprego, pessimismo e desesperança.

Nosso projeto acelera o desenvolvimento, amplia investimentos, cria empregos, aumenta salários, qualifica nossos jovens, oferece mais segurança. Ao cumprir o que escrevemos, o Brasil voltou a ter um futuro de prosperidade.

 

Michel Temer faz balanço de dois anos de governo -  POR REINALDO AZEVEDO:

Temer comemora dois anos de conquistas; elas são reais. Seu sucessor fará menos, qualquer que seja. País confunde jogo limpo com “goal”

Quando um trabalho de combate à corrupção corrige os vícios de um governo e, mais amplamente, de um país, está no bom caminho. Se, junto com estes, ataca também as virtudes, então aquilo que deveria ser um bem se transforma num vício. No dia 16 de dezembro de 2016, escrevi uma coluna na Folha intitulada “Dentro, Temer”. Era uma alusão, em tom de contestação, ao “Fora, Temer”, que se ouvia nas esquerdas desde sempre e que começava a seduzir grupos de direita que, está mais claro do que nunca, buscam apenas uma vaga nos estacionamentos de Brasília. E alguns chegarão lá sem dizer nem quem os financia.

Muito bem! Uma pausa. O presidente comandou uma solenidade nesta terça para marcar os seus dois anos de governo, considerando o período em que assumiu como interino, com Dilma ainda apenas afastada, à espera da conclusão do processo de impeachment. Depois de uma atrapalhação sintática — aquela história de “O Brasil voltou, 20 anos em 2” (marqueteiros precisam tomar mais cuidado com a língua portuguesa; vale para qualquer um) —, o nome do evento se ajustou: “Maio/2016 – Maio/2018 – O Brasil voltou”. E, com efeito, raramente se caminhou tanto.

Não deixa de ser engraçado que setores da imprensa apontem que, em seu balanço, o governo não toque nos chamados “casos de corrupção”. Digam-me cá:  governos, qualquer governo, quando fazem um evento para celebrar suas conquistas — é preciso ver se são reais ou não, aí sim —, devem preparar atos de contrição, é isso? Devem se chicotear em praça pública, incorporando as críticas que lhe fazem os adversários? As coisas fugiram do razoável.

O governo preparou uma espécie de cartilha. Eu a li. É honesta nos dados, bastante detalhados, e seria preciso dizer que o que vai ali, então, é mentira. Desde já, e guardem este texto em arquivo, posso dizer: vamos sentir saudades do governo Temer. Se você o considera ruim, espere o que vem por aí caso o país não mude o eixo de suas preocupações. E combate à corrupção é obrigação permanente dos órgãos de estado. Não pode ser um objetivo. Nesse sentido, o inglês tem uma coincidência de sentidos que o português não fornece: “goal” é sinônimo de objetivo, mas é também o “gol” do jogo, o ponto de chegada, o lugar a que se deve chegar.  Não ser corrupto é outra coisa: a gente poderia traduzir por “fair play”. É o jogo limpo.

A finalidade de um jogo não é “ser limpo”. Essa é a condição. Por isso existe o juiz. Esse é o instrumento. É o meio. Corresponde a seguir as regras, acrescendo-se dados de civilidade que tornam a partida mais bonita. Mas um time entra em campo para vencer. Esse é seu “goal”. É preciso marcar os gols.

Na minha coluna de dezembro de 2016, considerava os quatro meses de governo porque tomei como marco a ascensão definitiva de Temer. E lá se lê:

“…nesse pouco tempo, o governo Temer conseguiu:

a – aprovar uma PEC de gastos que, quando menos, impedirá o Brasil de virar um Rio de Janeiro de dimensões continentais:

b – aprovar na Câmara a medida provisória do ensino médio, depois de enfrentar um cipoal de mistificações e desinformação;

c – aprovar a MP do setor elétrico, área especialmente devastada pelo governo de Dilma Rousseff, a dita especialista;

d – aprovar o projeto que desobriga a Petrobras de participar da exploração do pré-sal – e contratos já foram fechados sob os auspícios do novo texto;

e – aprovar a Lei da Governança das Estatais, que é o palco principal da farra;

f – apresentar uma boa proposta de reforma da Previdência, que vai, sim, enfrentar muita resistência;

g – no BNDES, ultima-se o levantamento do estrago petista, e o banco se prepara para retomar financiamentos.”

Isso tudo em quatro meses. Ou, se quiserem tomar maio como referência, em sete.

Bem, hoje, completando dois anos de gestão, a inflação caiu de quase 10% para menos de 3%; os juros nominais despencaram: menos da metade, com os juros reais mais baixos da nossa história recente; e o país saiu da recessão de 3,6% do último ano do governo Dilma para um crescimento que poderia ser superior a 3% neste ano não fossem as sabotagens claras e explícitas. Acrescentem-se ao conjunto da obra a reforma trabalhista e a continuidade dos programas sociais, com aporte adicional de recursos em muitos casos. Ainda farei o detalhamento.

No período, Temer enfrentou duas tentativas de deposição. E, ainda assim, conseguiu a maioria no Congresso para votar medidas essenciais. Não fosse a holding Joesley, Janot e Fachin (JJ&F), teria entregado também a reforma da Previdência.

Qualquer que seja o sucessor de Temer, qualquer que seja o resultado da eleição, o próximo presidente será menos operoso em dois ou em quatro anos, com mais dificuldades no Congresso. Até porque, por um bom tempo ainda, até que isto leve ao enfaro, o país continuará a confundir a obrigação do jogo limpo com o nosso “goal”.

E, podem acreditar, nem todos tem a experiência e a resiliência de Temer para aguentar em pé, apesar do jogo sujo.(REINALDO AZEVEDO).

  Para Moody's, Temer fez mais em dois anos do que muitos presidentes (NO ESTADÃO) 

 Para líder da agência para América Latina, presidente colocou em prática reformas consideradas essenciais e encaminhou questões microeconômicas   

LONDRES - Mais como um movimento reativo do que proativo, o presidente Michel Temer fez em dois anos de governo mais do que outros comandantes do Brasil em quatro ou oito anos. 

+ S&P diz que reformas são necessárias para Brasil retomar grau de investimento

A análise foi apresentada nesta terça-feira, 15, ao Estadão/Broadcast pelo chefe de análise de risco soberano da agência de rating Moody's para a América Latina, Mauro Leos, quando questionado sobre se ele já havia visto o polêmico slogan do governo "O Brasil voltou, 20 anos em 2".

Moody

Além de colocar em prática reformas consideradas essenciais para o País, Temer acertou, na opinião de Leos, ao encaminhar também questões microeconômicas. Além disso, apresentou avanços em marcos regulatórios, na governança corporativa para estatais, na nova forma de atuação da Petrobrás, e na reforma trabalhista.

"Ele fez isso não apenas porque contou com bons conselheiros, mas porque é um político de operação. Se há alguém que sabe lidar com o Congresso, é Temer. Eu não acho que ele tenha feito essas coisas porque sempre tenha pensado desse jeito: 'quando eu for presidente, vou fazer as reformas'. Acho que ele fez estas coisas porque buscou um caminho para compensar essas questões negativas, mas foram mudanças importantes. Ele fez em apenas dois anos o que muitos presidentes fizeram em quatro ou oito anos, esta é a realidade", comparou.

O executivo da Moody's foi questionado, então, sobre os números do mercado de trabalho, que não mostraram melhora após as mudanças nas regras de contratação. Para Leos, o resultado pode não vir tão rapidamente e citou seu país de origem, o México, em que o impacto foi visto apenas quatro anos depois de as alterações terem sido feitas.

"Tudo o que podemos dizer é que muitos analistas acreditam que esta administração fez o que era preciso ser feito. É o caso da reforma da Previdência, que precisa ser feita. No médio prazo, se verá resultado, no curto prazo, depende do ciclo econômico, então, não muda o número, mas é um bom sinal para o sentimento do investidor", considerou. 

"Temos que reconhecer que ele (o presidente) fez coisas que podem não ter dado resultado ainda, mas que são importantes e podem fazer diferença sobre como as coisas vão ocorrer no futuro", continuou.

Por: João Batista Olivi
Fonte: Notícias Agrícolas/Estadão

5 comentários

  • Rogerio mendes lopes Morrinhos - GO

    Essa pesquisa me parece bem próxima da realidade,... concordo com o Christian Lohbauer em quase tudo, menos a parte em que as ideias de Bolsonaro seriam meio confusas e que ele não deixa claro como lidar com a economia e as privatizações..., na verdade é ao contrário: ele já falou sobre tudo isso, e foi bem claro..., e se posicionou de maneira correta sobre estes temas, ... na minha opinião é o único que realmente se posicionou, e bem, por sinal..

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    • RODRIGO POLO PIRESBALNEÁRIO CAMBORIÚ - SC

      Sr. Rogério, concordo com você, quando o Alckmin fala que o estado arrecada pouco, ninguém fala nada. Quando igualmente o Bolsonaro anuncia o Paulo Guedes como futuro ministro em uma eventual vitória e este mesmo Paulo Guedes diz que a reforma da previdência é fundamental para o país, acusam o Bolsonaro de não ter se manifestado a respeito e de estar fugindo do debate?!!! Bolsonaro é massacrado por quase a totalidade da imprensa e quando não quer falar com jornalistas é por que está fugindo do debate? Não amigos, é por que não querem debater com ele, querem massacra-lo. É populista, é machista, é sexista, é homofóbico, é racista, é fascista, é nazista... como é que se debate com gente com esse tipo de argumento? Para os que ainda não sabem a posição do Paulo Guedes, futuro ministro do Bolsonaro, a respeito da previdência está aqui: - http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/7238914/paulo-guedes-otimismo-por-falta-opcao-chegamos-reformas-vamos-ter - Aos que tiverem algum interesse verdadeiro pela politica, olhem lá a posição do deputado Bolsonaro a respeito de foro privilegiado, da reforma da previdência, das ONGs, e de qualquer assunto que queiram... E por fim ainda taxam o candidato de radical por ter firmeza na defesa de suas convicções, por defender com veemência suas posições. Não adianta apenas falar que precisamos parar de falar do candidato e começar a debater as idéias dos candidato, é preciso por em prática.

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    • ROGERIO MENDES LOPESMORRINHOS - GO

      Pois é ... Até o ministro da fazenda ele já indicou... e ele que é confuso? Meu Deus...

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    • GERD HANS SCHURTCIDADE GAÚCHA - PR

      Sou intervencionista, muitos podem até discordar de minha posição e em segundo plano meu voto será para Bolsonáro se o deixarem ser candidato para Presidente. Abraços a todos.

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    • RODRIGO POLO PIRESBALNEÁRIO CAMBORIÚ - SC

      Sr. Gerd, não sou militante intervencionista, mas se houver intervenção, vou apoiar.

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    • DOMÊNICO ANTONIO PERTILEHORIZONTINA - RS

      Srs. Tambem não sou a favor da intervenção, mas VOCÊS enxergam alguma luz sem dar uma freada geral??

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  • Alberto João Pucci -

    Não é só decepção com qualquer candidato. A maior é que não temos administração séria e capaz, em qualquer tipo de administração pública no País todo. Só tem indicação política, descomprometida com a realidade.

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    • ALI MENDESRECIFE - PE

      Alberto, eu penso que a falta de perspectiva e orientação se dá por causa da falta de informação sobre os candidatos atuais. Acredito que Alckmin é um excelente administrador, e que fez uma excelente gestão em SP. Meu voto é dele por achar que é o único com capacidade pra assumir o Brasil.

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  • Márcia Cruvinel Rio de Janeiro - RJ

    Realmente, o eleitorado está decepcionado com a política brasileira, mas acredito que Geraldo Alckmin ainda é quem tem mais potencial para liderar o país.

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  • Ari Couto -

    "Temos que reconhecer que ele (o presidente) fez coisas que ...que são importantes e podem fazer diferença sobre como as coisas vão ocorrer no futuro"... São importantes para quem? Para o povo é que não. Quanto à análise política, ela erra pelo óbvio: o povo quer Lula. Amoedo e Álvaro Dias? Vão passar de 0,1% para 0,2%? Vcs deram o golpe agora correm o risco de uma aberração chegar ao poder. Mas desde que o latifúndio saia ganhando, tudo bem, não é assim?

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    • CARLO MELONISAO PAULO - SP

      Este senhor que se esconde atrás de nome falso e não diz de onde ele e', envenena a vida dele com a raiva ao LATIFÚNDIO----Deve ser um bobão que não entende nada um besta quadrada------280 hectares são LATIFÚNDIOS no sul e são AGRICULTURA FAMILIAR no norte do pais---Vai catar coquinho você e o Lula---

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  • Orlando Rutsatz Nova Mutum - MT

    Lula? Não acredito.
    Candidato a esquerda? Pra que?
    Acho que já tem demais.
    Temer? Será que serve como referência? Já aprontou

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    • SERGIO AQUILES BELLOTTOPALMITAL - SP

      João Batista, o povo brasileiro está cansado destes políticos. Sou de uma geração que cresceu ouvindo que o Brasil era o país do futur. Só que para o futuro chegar onde sonhamos o Brasil precisa passar por reformas (políticas, trabalhistas, previdenciarias, economicas, tributarias, judiciarias) que realmente façam deste o país do futuro. Só que os atuais políticos esqueceram de começar as tais reformas. Só resta ao Brasil o povo acordar e fazer ser ouvido (respeitado, temido) pelas autoridades eleitas.

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    • CARLO MELONISAO PAULO - SP

      Os candidatos se declaram todos de esquerda porque fica mais facil enganar os trouxas... (Perdao, os esquerdistas nao declararam, eles ESCREVERAM isso na Constituiçao de 1988. E sabem quem sao os IDIOTAS que escreveram isso na constituiçao ?? Ulisses Guimaraes, Fernando Henrique Cardoso, Jose' Sarney, Jose' Serra, Michel Temer, etc).

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    • RODRIGO POLO PIRESBALNEÁRIO CAMBORIÚ - SC

      E por incrível que pareça Sr. Meloni, existe um artigo em nossa constituição federal que diz expressamente que o estado brasileiro vai trabalhar em função da integração latino americana. Ou seja, a URSAL, união das republicas socialistas da américa latina, está sendo implantada utilizando o estado e dinheiro brasileiros. Nós trabalhamos para os comunistas desde 1988, algumas pessoas dizem que bem antes disso, através da maçonaria... etc...

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    • PEDRO A PHILIPPSENNOVA SANTA ROSA - PR

      Bolsonaro é direita

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    • ENRIQUE MANSUETO VIAN VALTUILLE MARTTINEZPARAGOMIINAS - PA

      Brincadeira! Mentira por cima de mentira... O tal do "analista político" é do Partido Novo, que está temeroso de ter um político honesto como Bolsonaro no timão do país. Trabalham de alinhados (mesmo que às escondidas) com a agenda da esquerda comunista. Vem falar que 60% da população não está interessada na corrida eleitoral? Você vive em que país rapaz? Respeita! Vocês tem medo de um presidente honesto assumir e acabar a mamata de todo mundo! Vem com essa de Novo, que é nada mais que Mais do Mesmo! Respeitem os brasileiros!

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    • ENRIQUE MANSUETO VIAN VALTUILLE MARTTINEZPARAGOMIINAS - PA

      Enquanto vocês ficam nessa brincadeira de esconder a verdade e empurrar sujeira pra debaixo do tapete, estamos pagando a conta (DE NOVO! NOVO!) da roubalheira toda! Quer um termômetro? Olha o preço do combustível! Absurdo! Sempre tive um pé atrás com o jornalismo de vocês, acompanho para comprarar notícias do agro. Mas cada vez mais vocês mostram a verdadeira face de vocês...

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    • DOMÊNICO ANTONIO PERTILEHORIZONTINA - RS

      Sr. SERGIO, DEUS vai fazer a reforma que o Sr. imagina..................................................... Sr. MELONI, a poucos dias escrevi logo atrás que o Brasil foi governado por pessoas da pior classe desde os militares, um comeu o rim do outro...forte abraço a todos....e como diz nosso amigo João "E VAMOS EM FRENTE".

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    • SERGIO AQUILES BELLOTTOPALMITAL - SP

      Sr Domenico parece q o senhor não entendeu meu comentário. Precisamos de reformas profundas em nosso país. Nem o Bolsonaro vai resolver os problemas como está. Mexe com muita gente. Tira privilegios. Só Deus pra mudar o Brasil.

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    • DOMÊNICO ANTONIO PERTILEHORIZONTINA - RS

      Sr. Sergio, o problema é a falsidade das pessoas, e isso ninguem muda..." E VAMOS EM FRENTE"

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