Candidatos conhecerão propostas que ajudem o Brasil produzir 40% a mais de alimentos enquanto aumento do mundo será 20%

Publicado em 09/08/2018 11:25 e atualizado em 09/08/2018 11:56
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Ex-ministro do Mapa avalia como possível essa meta para o País em 10 anos. Propostas para uma política de Estado para ao agronegócio abrange várias vertentes, com 5 eixos mais prioritários: renda para o campo, logística, tecnologia, segurança jurídica e sustentabilidade.
Roberto Rodrigues - Coord. Centro de Agronegócio-FGV

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Entrevista com Roberto Rodrigues - Coord. Centro de Agronegócio-FGV - Propostas para o agro a partir de 2019

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Por: Giovanni Lorenzon
Fonte: Notícias Agrícolas

1 comentário

  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

    Sr. Roberto Rodrigues, assisti uma única palestra sua em um hotel dos ricaços em Brasilia, que nem lembro mais o nome. Fui duas vezes nesse lugar, e lembro apenas da sua palestra, você é um orador formidável, na verdade não lembro do que você disse na palestra, apenas de uma coisa, da história que contou sobre sua avó, nunca esqueci. Você disse a ela que estava cansado da vida que levava, indo de um lugar a outro, e ela respondeu que havia um quarto prá você na casa dela, ao que você retrucou que ela não estava entendendo sendo prontamente respondido por ela, "quem não está entendendo é você", na realidade quer que eu passe a mão na sua cabeça e diga... coitadinho, quer ir vá, quer ficar fique. Aquele foi um momento marcante da minha vida, e decisivo em uma questão importante que houve tempos atrás. Falou também de rodovias, hidrovias, e não sei que mais... enquanto eu pensava, e me indago... será que os palestrantes sabem o que os ouvintes pensam? Eu pensava... pois é, e eu queria apenas construir uma pequena usina para gerar energia suficiente para tocar um aspersor, trabalhar e viver minha vida em paz... e não posso por que corro o risco de um fiscal vir e me multar ou pior, a policia vir me prender e eu ter que passar incomodo durante o resto da vida me defendendo de crime tão horrível como esse. A burocracia e seus dinheiros são os deuses desse mundo. A quem estiver lendo ainda essas palavras, não se importe, costumo mesmo misturar poética, dialética e lógica por pura diversão. No fim das contas a palavra é tudo o que me importa. Voltando, eu concordo que o Brasil precisa de uma politica de estado, mas isso não te parece um jaboti em cima de uma árvore? Jaboti não sobe em árvores, se ele está lá é por que alguém o colocou lá, não é assim o ditado? Como o governo pode instituir uma politica de estado? Com a academia? Essa nossa academia brasileira? Que acadêmico fala sobre as proibições, restrições, obrigações absurdas, e custos de produzir no Brasil? O estado brasileiro, que devia ser uma turbina do motor que somos nós, funciona como um poderoso freio, um sabotador que destrói os anseios de toda a população brasileira. Um projeto de estado que garanta aqueles que vivem e trabalham bem seria ótimo, por outro lado um projeto que siga as recomendações da FAO, da ONU, que quer estabelecer metas de produção é um absurdo. Isso é o mesmo que financiar e estimular motoristas de caminhões e transportadoras a comprar mais e mais, e isso tem sempre o mesmo efeito, o governo precisa socorrer e pronto, acabou o projeto de estado, se apresentando de novo as velhas politicas de governos que se sucedem. Um cria o PSI, outro a tabela do frete, e enquanto isso os produtores produzem e quanto mais dinheiro ganham, mais produzem, essa é a beleza do livre mercado. Os produtores não precisam do governo, os governos é que precisam dos produtores e por isso vivem a inventar coisas que dizem estar fazendo. Quando falo de politica de estado, falo em favorecer o empreendedorismo, a competição, a livre comércio e a liberdade de mercado e não em projetos que estabelecem metas de produção e consumo, isso nunca funcionou em lugar nenhum do mundo. Isso é maluquice daqueles doentes da FAO, da ONU... Eu aprendi que quando uma pessoa sai à rua vender pão, vender bolachas, cucas, frutas ou o que seja é por que aquele é o último recurso da pessoa honesta, e o que ganham no Brasil tais pessoas, não são também esses corajosos empreendedores? E o que ganham do poder público? Borrachada no lombo? Eis a cegueira da academia, dos fariseus hipócritas que acreditam ser a lei que vai mudar o mundo e a vida das pessoas. Eu não sei como elaborar um projeto de estado, embora tenha capacidade para isso se a isso fosse levado por uma obrigação, mas sei que isso que você propõe não é um projeto de estado.

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    • RUBENS HAMILTON BAPTISTELLARIO BRILHANTE - MS

      Sr Rodrigo, onde eu assino? Parabéns pela opinião!

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