Comprador francês tem visão distorcida do Agro Brasileiro , 'estamos pecando no marketing' , diz consultor

Publicado em 30/10/2019 12:55
Em encontro com empresários organizado pela Câmara de Comércio Brasil-França, em Paris, brasileiros se surpreendem com visão equivocada que os compradores franceses têm da produção no Brasil
Leonardo Oliveira - Diretor do LucrodoAgro Consultoria Agroeconômica

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Entrevista com Leonardo Oliveira - Diretor do LucrodoAgro Consultoria Agroeconômica sobre a Imagem do Agro Brasileiro na França

 

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Durante o encontro com empresários organizado pela Câmara de Comércio Brasil-França, que aconteceu em Paris, os brasileiros ficaram surpresos com a imagem distorcida que os comprados Franceses têm da produção brasileira. A solução para esse cenário é investir no marketing e promover eventos mostrando a realidade da agricultura.

O Diretor do LucrodoAgro Consultoria Agroeconômica, Leonardo Oliveira, aponta que durante a palestra tinha empresas de outros países ficou evidente que a percepção que as pessoas tem uma imagem distorcida do agronegócio Brasileiro. “Durante a palestra, os franceses disseram que a área destinada à produção agrícola é de 40% a 60% do nosso território, o que é um equivoco”, comenta.

Para reverter esse cenário, o governo brasileiro e as entidades que representam o agronegócio deveriam promover mais a atividade agrícola brasileira nos demais países. “Devemos apresentar a verdadeira situação do Brasil na ocupação do nosso território e poderia contribuir de forma significativa para o aumento de mercado”, relata.

Depois do ocorrido, Oliveira decidiu por fazer outra abordagem nas próximas palestras que mostre os dados percentuais da preservação ambiental no Brasil. “O protecionismo deles está mais voltado para o meio ambiente, pois o preço da comida na Europa é muito caro, já que a grande maioria é importada”, destaca.

Dentre os assuntos abordados no encontro foi à atividade da pecuária de baixo carbono. “Quando você apresenta os índices de produtividade do Brasil e os empresários ficam chocados com os índices de preservação do Brasil”, diz o Diretor.

Fonte: Notícias Agrícolas

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