Eficiência da pecuária no MT ainda precisa ser de 25% de desfrute do rebanho para compensar depreciação de um mercado sem avanço

Publicado em 16/04/2018 12:38 e atualizado em 16/04/2018 14:24
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Desfrute médio de 16,5%, em quase 30 milhões de cabeças e ao redor 5 milhões de abates/ano. Mortes de 51% de fêmeas no primeiro trimestre ainda é cedo para se saber se está “fora da curva”, mas não há sinais de que haja muita coisa além de descartes.
Entrevista com Marcos Jacinto - Diretor da Acrimat
Por: Giovanni Lorenzon
Fonte: Notícias Agrícolas

1 comentário

  • Eduardo Ferraz Pacheco de Castro Cuiabá - MT

    Com os índices de abate de matrizes ultrapassando os 50% nos frigoríficos, imaginar que não existe abates de fêmeas fora do normal é negar a realidade de que muitos pecuaristas tradicionais estão partindo para a agricultura e integração, para obter uma rentabilidade pelo menos de até 3 vezes maior por hectare de área... Com a arroba remunerando pouco, isso passou a ser uma questão de sobrevivência...

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    • RODRIGO POLO PIRESBALNEÁRIO CAMBORIÚ - SC

      Exato Eduardo, e não vemos no Brasil ninguém discutindo isso a sério. É devido à queda no preço do frango e principalmente do suíno que a carne bovina vem com queda de preço à um bom tempo já. Pelos dados que olhei outro dia e que lembro vagamente de memória, a exportação de carne bovina aumentou, o dólar valorizou, então é certeiro esse raciocínio e não devemos tapar o sol com a peneira. Mesmo com a queda dos preços o consumo no Brasil não alavanca, pois além dos custos de produção altos ainda existe a renda média do brasileiro que é muito baixa, devido ao sangramento que a população brasileira é submetida por parte desse governo socialista e comunista, que se mantem agora com outras figuras.

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