Oferta de bois mais restrita, ajustada à demanda lenta para início de mês, deixa mercado na expectativa do volume de fêmeas

Publicado em 08/02/2019 11:39
Algumas regiões a consultoria viu tabmém encurtamento pela seca. A estabilidade do momento pode dar lugar a uma segunda quinzena melhor. Setor aguarda a quatindade que virá de fêmeas ou se de fato o aumento da reposição demonstrará intenção maior de reter matrizes.
Breno de Lima - Analista da Scot Consultoria

Podcast

Entrevista com Breno de Lima - Analista da Scot Consultoria sobre o Mercado do Boi Gordo

 

Download

A demanda para o mercado do boi neste início de fevereiro segue lenta e, da mesma forma, influencia para que a oferta de boi seja mais restrita neste momento. “Os frigoríficos, na maior parte, comprando gado em lotes picados. A oferta tem sido suficiente para atingir essa demanda e observamos um equilíbrio. O fechamento semanal, na média das 32 praças pecuárias pesquisadas, as cotações fecharam sem alterações e em estabilidade”, comenta Breno de Lima, analista da Scot Consultoria.

Outro problema registrado para os pecuaristas são os veranicos que deixaram diversas regiões do país sem chuvas e com temperaturas elevadas, principalmente nos meses de dezembro e janeiro. Porém, o analista aponta que, como em outras regiões essas questões de chuva estão conforme o esperado, o mercado segue equilibrado.

Confira a íntegra da entrevista no vídeo.

Por: Giovanni Lorenzon e
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Abates caem em setembro e reforçam sustentação da arroba; reposição exige atenção
Depois de confirmar os US$70/@, próximo alvo são os US$80/@ que deve acontecer em breve, projeta Carlito Guimarães
Arroba de R$400 e bezerro de R$4000 são os novos alvos de preços para os próximos meses na pecuária
Boi/Cepea: Setembro é marcado por altas nas cotações
Arroba tem trajetória de alta até o final de ano com exportações crescentes, mercado interno sustentado e oferta reduzida de animais
Austrália caminha para 3º recorde seguido nas exportações de carne bovina e aumenta disputa com Brasil por EUA e Ásia