Depois de pagar R$ 205,00/@ em SP, frigoríficos alongam escalas e reduzem ritmo de compras à espera de reação no consumo

Publicado em 13/02/2020 15:57
Diante de uma oferta aparentemente curta de animais, pecuaristas só participam quando são incentivados por alguma alta nos preços
Caio Junqueira - Analista de Mercado da Cross Investimentos

Podcast

Entrevista com Caio Junqueira - Analista de Mercado da Cross Investimentos sobre o Mercado do Boi

 

Download

Com o boi tendo o patamar de R$ 200 / 205 se tornando uma referência para os preços, as indústrias têm adotado uma estratégia de reposição de animais conforme a necessidade. Na virada do mês de janeiro para fevereiro, por exemplo, os preços negociados ultrapassaram a faixa dos R$ 200 e chegararam a até R$ 210.

Com a reposição de estoque e a demanda interna reduzida, os frigorificos diminuíram a agressividade e recuaram, deixando os preços retornarem na faixa dos R$ 200. Com China parada as negociações também esfriaram, já que o país continua com o ritmo de compras lento por causa do surto do coronavírus. 

No entanto, o comportamento da demanda neste final de semana e ao longo da próxima irão definir os próximos passos que serão dados pela indústria.

Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Atenção para o fim da pressão na arroba do boi em SP e para a janela de oportunidade na compra de bezerros
Em tempos de Copa do Mundo, edição do quadrinho "Turma do Zebuzinho" da ABCZ traz seleção campeã com as raças zebuínas no Brasil
Fim da pressão sobre arroba do boi em SP deve acontecer em 10 dias com ajuste na oferta de animais, alerta analista
Boi/Cepea: Ritmo de negócios envolvendo a arroba está lento
China manda sinais e mercado do boi pode ser beneficiado com as novidades
Reabilitação de frigoríficos brasileiros e inconsistência no volume de carne exportada pelas cotas podem sinalizar melhora para arroba