DA REDAÇÃO: Redução de estimativa da produção de soja sustentaria preços acima de US$13 em Março, diz analista
Já nesta terça-feira (28), nem mesmo as chuvas previstas para quarta (29) e quinta-feira (01) no Sul do Brasil e na Argentina abalaram o mercado. Isso porque, de acordo com a meteorologia, um longo período de seca e de altas temperaturas devem abater essas lavouras, assim que a frente fria se dissipar.
O Brasil apresenta fortes disparidades climáticas, com Centro-oeste, Paraná e São Paulo colhendo bem e aproveitando preços razoáveis e, por outro lado, o Rio Grande do Sul amargando perdas irreparáveis. Diante disso, seria plausível supor que a proporção do país que vai bem compensaria a parte que perde soja. Porém, para o analista isso não irá acontecer. “As perdas só podem ser compensadas por uma safra americana maior”, explica.
Milho – A escalada dos preços da soja tem contido o movimento de pressão sobre o milho, que se intensificou com as estimativas de grande plantio nos EUA e projeção de uma safra recorde no meio-oeste norte-americano. Já a situação no Brasil é de expectativa por uma safrinha recorde, compensando, assim, as perdas do Rio Grande do Sul.