DA REDAÇÃO: Comissão Mista vota destaques da Medida Provisória 571
“Estamos fazendo uma lei utópica, e iremos perceber isso quando formos implantar as novas regras dentro da porteira, principalmente nas questões técnicas que foram passadas por cima”, afirmou Colatto.
Segundo o estudo, o Brasil irá deixar de produzir em 53 milhões de hectares e a recomposição de mata nativa deve gerar um impacto econômico de R$ 215 bilhões para o país. “As perdas de arrecadação pela União, estados e municípios seria de 801 bilhões e o custo seria de 1,16 trilhões”, disse o deputado.
Ainda de acordo com Colatto, não se faz estudo de impacto no país, e quem irá pagar a conta serão os produtores e consumidores brasileiros. “Do jeito que está o relatório do senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), nós queremos que expire o prazo de validade da medida provisória 571 para que a gente possa rediscutir todo esse assunto, pois com certeza será ruim para o Brasil, para a agricultura e para o meio ambiente também”, finalizou.