ENTREVISTA: Confira a entrevista com Ronaldo Caiado - Deputado Federal - GO

Publicado em 11/09/2012 13:37 517 exibições
Código Florestal: Caso MP 571 caia, novo projeto de lei deve ser proposto. Frente Parlamantar da Agricultura exige cumprimento de acordo da Comissão Mista. Do contrário, será criada uma indústria da multas no país, inviabilizando atividade agropecuária.

2 comentários

  • carlo meloni sao paulo - SP

    COM CERTEZA OS AGRICULTORES CONTINUARAO A SER

    **JUDIADOS** PELOS TECNICOS DO MEIO AMBIENTE PORQUE UTILIZAM A LEI 11428 PARA NEGAR TUDO AQUILO QUE FOI INGENUAMENTE ALCANÇADO ATE' AGORA, E CONTINUARAO A ENGAVETAR PEDIDOS DE LICENÇAS POR ANOS E ANOS PORQUE NAO EXISTE ESTIPULADO UM

    PRAZO DE RESPOSTA.

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  • Almir José Rebelo de Oliveira Tupanciretã - RS

    Durante a peregrinação do Código Florestal no Senado o Governo(Marina/Izabella)conseguiu fazer sumir a emenda 164 que sacudiu a Câmara e o Vacarezza, e o governo comemorou a decisão do Senado porque na verdade tinha conseguido matar a alma do Código Florestal que era a consolidação das áreas de agricultura em APPs. O pacote veio pronto e "democraticamente" a Câmara não poderia modificar nada e deveria votar o mais rápido possível. Surgiu a liderança dos deputados Caiado e Colatto mostrando ao Brasil que esse desastre ambiental e social teria que ser evitado. O Deputado Paulo Piau, relator, tentou ressuscitar a 164, mas na última hora a questão de ordem do Zequinha Sarnei evidenciou que o Marco Maia não teve café no bule para fazer o governo respeitar o produtor rural. Foi aprovado um Código incompleto, mas a discussão foi suficiente para o Governo entender que margens ciliares de pelo menos 15 metros para todos em rios até 10 metros era desastroso pelo menos para o pequeno produtor. Por isso a Presidenta vetou e editou a medida provisória salientando o critério social para estabelecer os 5 metros até um módulo fiscal e 8 metros até 2 módulos independente do tamanho do rio. Mas o governo não reconhece que para todos os produtores com áreas maiores de 2 módulos é fundamental que se considere o critério econômico que está garantindo a sustentabilidade social, ambiental e política do País. E este detalhe novamente coube ao deputado Caiado denunciar ao País cabendo a Câmara Federal salvar o Governo Dilma corrigindo esse erro que seria letal para a economia do País. Eu gostaria que as margens das áreas consolidadas fossem menores de 15 ou 20 metros, e fossem definidas pelos governos estaduais como manda o artigo 24 da CF, mas como isso é impossível para a burrice brasileira entender,vamos discutir melhor até que a presidenta abra os olhos como abriu em parte para não matar o pequeno produtor. Desta forma quero dizer ao Brasil que apoiamos o deputado Caiado e demais, que com uma visão patriótica, democrática e responsável querem dar uma lei moderna e eficiente ao País. Mas se a presidenta "democraticamente" vetar, não tem problema. Vamos DEMOCRATICAMENTE derrubar o veto e finalmente fazer respeitar o setor que produz e preserva como ninguém faz no resto do mundo. Lamento que somente eu estou acreditando nisso, ou será que tem mais alguém João Batista?

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