ENTREVISTA: Confira a entrevista com Carlos Paulino - Presidente Cooxupé

Publicado em 12/03/2013 17:49
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Feira de café no Sul de Minas deve ser encarada como oportunidade para produtores investirem na mecanização e reduzirem custos de produção. Apesar de pressão nos preços para a saca de café, a expectativa é de um bom público durante 12ª FEMAGRI.

2 comentários

  • CRISTINA PINHO DE ALMEIDA sao paulo - SP

    Sim devemos tentar aprimorar sempre a producao do cafe buscando maior eficiencia,reducao de custos e melhor qualidade. Mas isto deve estar atrelado a uma remuneracao satisfatoria e isso nao temos hoje por razoes politicas e economicas. Quem hoje pode defender o cafe brasileiro e especificamente o cafe arabica brasileiro das pressóes dos mercados consumidores que conseguem com facilidade reduzir o preço do café nos mercados internacionais?
    Cada vez mais a qualidade do café fica em segundo plano. Os consumidores estarão bebendo cada vez mais cafés de pior qualidade . Mesmo com o recente boom de cafés especiais com o afrouxamento das regras dos cafés gourmets permitindo blends mais economicos em detrimento da qualidade e se permite praticas na torrefação onde se bebe gato invés de lebre os produtores e os consumidores de café se prejudicam e fica muito difícil de reverter este quadro. Se o setor continuar a negligenciar estes detalhes o preço do café e o café como bebida só irá se desvalorizar. Os produtores hoje continuam produzindo, muitos mais por tradição e paixão do que como negócio. Nossas estatisticas são desacreditadas, continuamos colonizados e precisamos reagir.

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  • amarildo josé sartóri vargem alta - ES

    Caros amigos Cafeicultores. Se suas lavouras estiverem localizadas em terras planas e que permitam a mecanização e irrigação... e se a região for favorável ao desenvolvimento de outras culturas (milho, soja, cana de açúcar...), por favor entendam que a diversificação poderá ser a melhor alternativa na solução dos problemas que hoje impacta a todos os produtores de café. Aproveitem os equipamentos que tem e os que estão adquirindo e introduzam outras culturas. É imperativo que não plantemos novas lavouras de café. Tenho certeza, se reduzirmos em apenas 10% as lavouras hoje existentes neste país, logo colocaremos esses especuladores inescrupulosos em seus devidos lugares, e assim, teremos rentabilidade e sustentabilidade em uma atividade tão sacrificante, mas que realizamos por paixão, e não podemos continuar reféns dessa situação, onde só o produtor é prejudicado.” PENSEM NISSO”

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