ENTREVISTA: Confira a entrevista com José Antônio Borghi - Pres. Sind. Rural-Maringá/PR

Publicado em 18/06/2013 19:14 940 exibições
Ong denuncia produtores por não cumprirem requisitos do Código Florestal em Maringá (PR) sendo que regulamentação e instrumentos de cadastro ao menos foram implantados. Para se protegerem, produtores devem procurar ajuda jurídica nos sindicatos.

4 comentários

  • Lindalvo José Teixeira Marialva - PR

    Há quinze dias atrás fui procurado por um produtor de Mandaguari, vizinho de Marialva, relatando que recebeu um Mandato de Citação no qual se propõe uma AÇÃO CIVIL PUBLICA AMBIENTAL, movida por AEDEC - ASSOCIAÇÃO DE ESTUDOS E DE DEFESA DO CONTRIBUINTE E DO CONSUMIDOR, alegando que o produtor não possui RESERVA LEGAL AVERBADA. Valor da causa R$484.320,00. De acordo com informações sobre esta Associação, seu CNPJ encontra-se baixado e tem mais alguns entraves para o seu correto funcionamento. Agora pergunto? como pode ser aceito este tipo de denúncia e ainda mover uma Ação Civil Publica contra o produtor e quem quer que seja. Estamos com Novo Código florestal, o governo federal esta implantando o CAR e agora que conseguimos regularizar esta questão, aparece uns espertos querendo sacanear e aproveitar da situação. Minha opinião é que a FAEP, as COOPERATIVAS, ALCOPAR, OCEPAR, SEAB-PR, Associações de produtores, FETAEP e outros orgãos tenham uma posição dura contra esse abuso e fale imediatamente com o Tribunal de Justiça para acabar com essa palhaçada e que os Juízes do Estado do Paraná não aceitem esse aberração.

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  • Marcel Franklin Rafael Terra Boa - PR

    Ah, mas se algum representante de ONG aparece na minha propriedade, sai de lá apanhando!!!

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  • HAROLDO FAGANELLO Dourados - MS

    Mais uma vez é o ESTADO punindo quem produz em mão dupla; pelo EXECUTIVO incompetente e ineficiente e pelo JUDICIÁRIO intempestivo...Engraçado, porém, observando nossos órgãos representativos, eles nos representam apenas politicamente e mesmo assim com força bem limitada....basta ver o constrangimento e pouca força de reação mostrada nessa entrevista pelo presidente do sindicato. Fica difícil para o produtor tá reagindo individualmente em cada caso desse. Não está faltando lá no sindicato uma forma de defesa jurídica eficiente e tempestiva para o produtor? Ou temos então que criar um órgão jurídico que nos represente, ou estou errado...

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

    tem que pegar o presidente da Ong e quebrar as pernas dele

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