DA REDAÇÃO: Manejo integrado de pragas e rotação de cultura pode aumentar o rendimento da safra
No ano passado o projeto Soja Brasil percorreu 30 mil Km acompanhando lavouras. Quando o projeto começou a estimativa para a safra de soja 2012/13 era de 84 milhões de toneladas, porém, apesar da tecnologia e da disposição do agricultor, a safra alcançou cerca de 81 milhões de toneladas.
Os principais motivos para a diminuição do rendimento da safra passada foram a seca em setembro de 2012, principalmente no Mato Grosso (MT), a presença de buva no Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), Mato Grosso do Sul (MS) e Goiás (MS), a incidência de pragas de difícil controle, como a helicoverpa, e também a temperatura elevada em dezembro e janeiro no RS e no PR. Ainda assim a safra 2012/13 foi um recorde, mas poderia ter sido maior.
O consultor do projeto Soja Brasil, Áureo Lantmann, afirma que um dos fatores para a queda no rendimento da última safra foi que o manejo integrado de pragas não tem sido praticado corretamente pelos agricultores: “O principal não é ter um inseticida efetivo, que liquide com as pragas, e sim ter um manejo adequado de pragas e efetivar a rotação de cultura, para trazer equilíbrio e diminuir os custos de produção”.