DA REDAÇÃO: Safra 2013/14 – Primeiras lavouras de soja cultivadas já foram atacadas pela helicoverpa em Campo Novo do Parecis (M

Publicado em 26/09/2013 10:33 e atualizado em 26/09/2013 14:40
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Safra 2013/14: Primeiras lavouras cultivadas com soja já foram atacadas pela helicoverpa em Campo Novo do Parecis (MT). Agricultores estavam preparados para lidar com a lagarta, mas ataque é intenso. Situação deve encarecer os custos de produção e pode prejudicar a produtividade das plantações. Produtores devem ficar atentos e monitorar as lavouras.

Os produtores rurais de Campo Novo do Parecis (MT) já iniciaram o plantio da soja. E as primeiras lavouras cultivadas com o grão já foram atacadas pela lagarta helicoverpa. A situação preocupa os agricultores da região, que estavam preparados para controlar a praga, mas não imaginavam que o ataque seria tão intenso.

Segundo o gerente do Sindicato Rural do município, Antônio de La Bandeira, os produtores estão utilizando os produtores disponíveis no mercado para tentar controlar a lagarta. Com as recentes chuvas, as ervas daninhas germinaram e serviram como planta hospedeira à praga. 

“O produtor terá que passar o inseticida antes do plantio, além do herbicida para tentar matar a lagarta antes da germinação da soja. Ainda é cedo para falar em replantio e fazer uma avaliação, mas os produtores devem realizar o monitoramento da área”, orienta o gerente.

Frente a esse cenário, a expectativa é que haja um aumento nos custos de produção e também pode prejudicar a produtividade das lavouras. A expectativa é que sejam colhidas, em média, 56 sacas de soja por hectare ou 3.300 quilos por hectare.

Paralelo a esse cenário, os preços da saca da soja permanecem mais altos e giram em torno de R$ 56,00 no mercado disponível. Entretanto, a perspectiva dos produtores é que os preços aumentem em função da quebra na safra norte-americana. “Claro que ainda estamos iniciando a safra, produtores estão assustados com o aparecimento da helicoverpa, também temos a ferrugem asiática. Então os agricultores devem ter atenção à esses problemas”, destaca Bandeira.

Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas

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