DA REDAÇÃO: Café do Sul de Minas sofre com o menor índice de precipitações da história

Publicado em 29/01/2014 12:10 e atualizado em 29/01/2014 14:26
Café: Minas tem o janeiro mais quente e seco dos últimos anos e produção já sente os prejuízos com as adversidades climáticas. Perdas deverão ser contabilizadas somente na época da colheita, mas produtividade deverá ser comprometido.

As lavouras de café do Sul de Minas sofrem neste mês de janeiro com o menor índice de precipitações da história na região. Segundo o presidente da Cooxupé, Carlos Paulino, ainda é difícil calcular perdas, mas as lavouras mostram que estão sentindo a falta das chuvas.

"As folhas não estão viçosas como deveriam estar nessa época. A temperatura é alta e tem muita pouca chuva. A perspectiva para essa semana e para a próxima também é de falta de chuvas", conta Paulino, em entrevista para a segunda edição do Mercado & Cia., do Canal Rural.

A situação é considerada anormal para a região. Junto a essa crise, soma-se também a crise dos preços do café, que, juntas, apontam para uma perspectiva negativa para o ano dos cafeicultores. Além disso, as lavouras também podem sofrer danos prejudiciais às próximas safras.

Segundo o presidente, os produtores do Sul de Minas não possuem o costume de trabalhar com irrigação. No próximo dia 31, a Cooxupé entrará em reunião em Brasília com a Conselho Nacional do Café (CNC) para discutir o assunto.

Por: Sebastião Garcia e
Fonte: Notícias Agrícolas

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