DA REDAÇÃO: Após plantio do milho safrinha, produtores de Chapadão do Sul (MS) mostram preocupação com percevejo
Em Chapadão do Sul (MS), os produtores já encerraram a colheita da soja e, logo depois, terminaram também o plantio da safrinha de milho. É o que conta Adriano Loeff, presidente da Fundação Chapadão do Sul, em entrevista para a segunda edição do Mercado & Cia.
De acordo com Loeff, a falta de chuva foi prejudicial para as sojas precoce e de médio, que acabaram por não obter o peso adequado, gerando uma produção de cerca de 60 sacas por hectare. Na região de Paraíso das Águas, onde a soja foi plantada mais tarde, houveram algumas perdas com a falta de chuva de janeiro a fevereiro e também com a ferrugem, que atacou de maneira severa.
Para o milho safrinha plantado, o percevejo se mostra como maior inimigo. Mesmo com sua incidência controlada juntamente ao combate à lagarta Helicoverpa, a Embrapa Soja alerta que a praga é a "bola da vez".
Os produtores trabalham com uma área de milho safrinha semelhante ao ciclo anterior, com rentabilidade de cerca de R$24 a saca.