ENTREVISTA: Confira a entrevista com Marcelo Lüders - Correpar

Publicado em 21/08/2014 18:38 837 exibições
Feijão: concentração de oferta e falta de compradores fazem preços do carioca ficar até 40% abaixo do mínimo estipulado pelo governo. Falta atitude do produtor, que aceita pacificamente a ausência de uma política de apoio governamental. Nem as AGF's que foram prometidas pelo governo estão sendo cumpridas e ninguém cobra nada, diz Marcelo Luders.

2 comentários

  • João Alves da Fonseca Paracatu - MG

    A questão do programa de garantia de preços mínimos é que ele é a imagem espelhada da política agrícola brasileira , é anunciado com toda pompa, mas na hora do vamos ver,não existem recursos disponíveis,então começam as restrições(só podem ser entregues tantos sacas por produtor-geralmente poucas,só pode entregar no armazém tal -geralmente longe da zona produtora, só podem participar certo tipo de produtor-geralmente os apadrinhados dos bancos), no caso do feijão 700scs por produtor é insuficiente para os agricultores irrigantes,cuja média de produção é acima de 2000scs(40 ha),então os produtores, neste momento de prejuízos deveriam se juntar e fazer um esclarecimento à população que o barato de hoje significa escassez amanhã,só então o governo que é movido a votos teria de tomar uma decisão; ou não faz demagogia com os preços mínimos ou admite que não tem interesse de resolver a questão ,com a palavra o governo, os defensores do governo,nossos deputados ruralistas e os que se dizem líderes do agronegócio.Em tempo - os produtores de feijão agonizam e aqui não se fala de pequenos,médios ou grandes, tecnificados ou lavouristas rudimentares,todos estão num mesmo barco e...à deriva!

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  • Aron Silva Sorriso - MT

    A falta de atitude esta em tudo. Nao estamos sofrendo quietos não Marcelo estamos morrendo... Plantar feijão carioca tem um risco maior que jogar no cassino. Pode ganhar mas somente com muita mas muita sorte. Vamos jogar o feijão no governo. Nunca mais na minha vida acreditarei de novo em preço minimo.

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