EXCLUSIVO: Funai quer aumentar reservas indígenas com áreas agrícolas
Mesmo ainda preocupados com o desenvolvimento das lavouras de soja, produtores rurais vêem os preços subirem no mercado internacional, mas são obrigados a conviver com o “custo Brasil”, muito prejudicial para o crescimento do agronegócio brasileiro.
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Falta de estradas e logística precária, insegurança jurídica e governamental, infra-estrutura agrícola defasada são alguns dos problemas enfrentados pelos agricultores e surge mais um para aumentar a dor de cabeça: a Funai (Fundação Nacional do Índio) intervindo arbitrariamente no Mato Grosso para aumentar as áreas de reversas indígenas. Na região de Brasnorte, a área deve aumentar de 45 mil hectares para 252 mil toneladas de hectares.
Contra a ideologia, o presidente da Aprosoja Brasil (Associação dos Produtores de Soja) e descendente de índios, Glauber Silveira, acredita que a sociedade indígena precisa de melhor condição de vida assim como assentados e o resto da população, pois não é dando terra produtiva que os fará agricultores.
No Mato Grosso já existe 21% de áreas destinadas aos índios e mais de 60% de áreas florestais intocadas, portanto, o mundo demanda grãos e o Brasil é potencial abastecedor de alimentos do mundo. Os preços lá fora estão mais altos e os brasileiros precisam cultivar em maiores áreas sua produção agrícola.