EXCLUSIVO: Zoneamento sócio-econômico-ecológico no MT é aprovado para consolidar áreas produtivas
Após 20 anos de insistência, o Zoneamento Sócio-Econômico-Ecológico do Mato Grosso enfim será colocado em prática, consolidando áreas já abertas para a agricultura. Desinformados, ambientalistas confundem a sociedade ao dizer que o zoneamento estimula o aumento do desmatamento nas regiões.
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Ricardo Arioli, vice-presidente Oeste e diretor de sustentabilidade da Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja), deixa claro que o zoneamento não autoriza abertura de novas áreas para produção agrícola, apenas consolida os 35 milhões de hectares (8 milhões destinados a agricultura e 27 milhões de pastagens) do que já é produtivo no Estado. Segundo ele, esse território representa 36% do Mato Grosso contra 64% de áreas intactas em preservação ambiental.
Arioli afirma ainda que o zoneamento não abrange reservas indígenas e nem áreas preservadas, e que uma não-aprovação da medida traria um retrocesso à economia do Estado.