EXCLUSIVO: Milho bate máxima desde 2008 com seca na Argentina preocupada a cada dia mais o mercado
As cotações da soja e milho encerram o pregão diurno da Bolsa de Chicago (CBOT) em alta, refletindo o temor que a seca nas áreas de produção agrícola da Argentina possa trazer à produção global, quando analistas preveem quebra de 7 milhões de toneladas de soja. O mercado agora precifica também ao milho esse temor que fechou nas suas máximas de 29 meses.
Apesar da previsão de chuvas aos pampas úmidos argentinos, Paulo Molinari, analista da Safras e Mercado, alerta que só agora o mercado passa a enxergar problemas na produção de milho do país, com máximas desde 2008.
Com isso, acirra também a briga por área a ser plantada na próxima safra norte-americana. Se ambas commodities atingem patamares elevados, com fundamentos que sustentam a alta, o mercado começa a se alvoroçar e cabe aos americanos decidir o rumo do plantio, plantando e colhendo bem seja qual for a decisão.