DA REDAÇÃO: Chuvas elevam preços do feijão para cerca de R$120 em São Paulo
Esta já é a terceira safra do feijão neste ano e se concentrada no interior de São Paulo. Embora a região tenha sofrido muito com a seca, ela é a única do país a colher feijão novo com algum excedente.
O feijão do Paraná está atrasado. Ele pode vir a ser colhido no final de Novembro, início de Dezembro, mas a maior parte sai mesmo no final de Dezembro, início de Janeiro, prevê Marcelo Lüders, analista da Correpar.
Ainda, de acordo com ele, no próximo ano deve haver uma diminuição de 20% a 30% na safra do feijão, em razão da substituição das áreas destinadas ao grão pelo cultivo de milho e soja.
Código Florestal e a produção de feijão
Com a proibição das práticas agrícolas de culturas de ciclo anual em terras com inclinação acima de 25 graus, o feijão deve perder inúmeras áreas hoje destinadas à sua produção.
No Brasil, o grão é plantado em terrenos inclinados, principalmente na região Sul e no estado de Minas Gerais. “Não há dúvidas de que isso deve atrapalhar a vida do produtor, que já é bastante difícil por si só”, lamenta Lüders.