Chuvas de abril ajudaram o milho e Nova Xavantina/MT deve ter produtividade maior do que safra passada

Publicado em 15/05/2020 12:20 e atualizado em 15/05/2020 13:57
Expectativa é subir 5 sacas por hectare na produtividade média desta safra, que já registra cerca de 70% do volume negociado em bons patamares. Enquanto isso, alta do dólar atrasa planejamento da próxima safra verão 2020/21
Endrigo Dalcin - Presidente do Sindicato Rural de Nova Xavantina (MT)

Podcast

Chuvas de abril ajudaram o milho e Nova Xavantina/MT deve ter produtividade maior do que safra passada

 

Download

O plantio da segunda safra de milho foi mais atrasado em Nova Xavantina no Mato Grosso, mas o regime de chuvas em abril foi bastante satisfatório e contribuiu para o desenvolvimento das lavouras da região.

Segundo o presidente do Sindicato Rural de Nova Xavantina/MT, Endrigo Dalcin, a expectativa é superar a média de produtividade da safra passada que ficou em 95 sacas por hectare e atingir o patamar de 100 sacas.

O bom momento das lavouras também se repete nas condições de mercado. Dalcin destaca que os produtores do município já venderam entre 65 e 70% desta próxima produção com bons patamares de preços que garantem a rentabilidade da cultura.

Já para a próxima safra de verão 2020/21 o planejamento ainda está atrasado, com os produtores evitando comprar seus insumos que estão mais caros neste momento devido à alta do dólar ante ao real.

Confira a íntegra da entrevista com o presidente do Sindicato Rural de Nova Xavantina/MT no vídeo.

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Foco do mercado na comercialização da soja mantém cotações do milho lateralizadas no Brasil
Entre guerra e custos altos, milho deve perder espaço nos EUA e provocar reação nos preços
Milho: Mercado fecha 5ª feira com estabilidade na Bolsa de Chicago e na B3
Milho fecha em alta em Chicago, enquanto B3 termina o dia em campo misto nesta 3ª
Preços do milho sobem em Chicago nesta 3ª feira, enquanto B3 caminha de lado
Milho sente pressão do petróleo e fecha segunda-feira caindo até 1,2% em Chicago