Em Diamantino (MT), colheita da soja já está terminando, e produtor aposta no milho safrinha, mesmo que parte deles tenham perdido a janela ideal de plantio

Publicado em 21/03/2023 11:10 e atualizado em 22/03/2023 14:07
Produtividade da soja foi acima da média para a região, e cerca de 40% da produção já foi comercializada em contratos antecipados
Altemar Kroling - Presidente do Sindicato Rural de Diamantino/MT

Podcast

Em Diamantino (MT), colheita da soja já está terminando, e produtor aposta no milho safrinha, mesmo que parte deles tenham perdido a janela ideal de plantio

Já na reta final, a colheita de soja em Diamantino, no Mato Grosso, chegou a 98% das áreas, e da mesma forma, o plantio do milho safrinha na região também está terminando. As informações são dopresidente do Sindicato Rural do Município, Altemar Kroling. 

De acordo com Kroling, a expectativa de média de produtividade para a soja é de cerca de 60 sacas por hectare, acima do comum para a região, que costuma colher entre 55 a 56 sacas por hectare. "Poderia ter sido melhor, já que algumas lavouras tiveram problema com a anomalia da vagem da soja", disse.

Em torno de 40% da produção já foi comprometida em contratos realizados antecipadamente como forma de cobrir os custos, e agora, a liderança destaca que os produtores não têm pressa de vender a soja colhida, esperando por melhores preços.

Sobre o milho safrinha, a janela de plantio ideal para a cultura em Diamantino se encerrou em 28 de fevereiro, ams mesmoa ssim o plantio foi feito por alguns produtores fora da janela, pois já estavam com os insumos comprados, disse Kroling.

Por: Letícia Guiamrães
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Definição da OMI da pegada de carbono do etanol de milho brasileiro é um marco, afirmam produtores
Expedição Safrinha em Goiás começa nesta 3ªfeira (16)
Umidade segura colheita da safrinha de milho, que chega a 8,4% no Centro-Sul
Milho/Cepea: Expectativa de produção elevada pressiona cotações
Colheita de milho de MT supera 10% da área, indica Imea
Colheita, clima, USDA e petróleo pressionaram e futuros do milho acumularam desvalorizações ao longo da semana