Provocação de hoje: Ah! bendito Deng Xiaoping!! Não fosse ele, o que seria do Michel??!!

Publicado em 11/08/2017 04:20 e atualizado em 11/08/2017 05:44
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Se o sr (a) fosse o Temer, o que faria para reduzir as despesas do governo?
Confira a provocação de hoje

Maia reconhece que cenário para aprovar a nova Previdência 'não é fácil' (FOLHA)

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reconheceu nesta terça-feira (9) que "o cenário não é fácil" para a aprovação da reforma da Previdência.

"O cenário não é fácil. [...] Não é porque o cenário não é fácil que vamos desistir", afirmou.

Apesar de não informar quando colocaria a proposta em votação, Maia defendeu a reforma previdenciária como uma medida para ajustar a economia brasileira.

"Daqui a pouco a capacidade de investimento do Estado brasileiro vai ser zero. E aí a gente não vai mais estar discutindo 'ah, o deputado, para votar com o governo, liberou a emenda para o município xis'. Não vai ter nem dinheiro para isso", disse.

Em maio, a comissão especial da Câmara que analisou a reforma da Previdência aprovou o texto do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). Agora, o texto está pronto para ser votado pelo plenário da casa, mas teve a tramitação paralisada após a divulgação de denúncias contra o presidente Michel Temer.

"Não depende só de mim, depende da capacidade de articulação dos lideres do governo. Eu me incluo entre eles porque sou defensor da reforma da Previdência", disse, ao ser questionado sobre a data em que pautaria o texto.

Deputados da base do governo têm defendido que, no atual contexto, a reforma não seja votada ou que seja pelo menos reduzida à aprovação de uma idade mínima para aposentadoria.

Maia disse que é "legítimo" que parlamentares declarem que não há condições de tocar a reforma.

"É melhor que eles falem do que a gente fique com expectativa que não é verdadeira. Eu disse desde o dia da votação da denúncia [contra o presidente Michel Temer] que o resultado da denúncia mostrava que tínhamos um longo caminho."

REFIS

Maia se reuniu com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e parlamentares para discutir o texto do Refis. O programa de renegociação de dívidas com o Fisco é a principal arma do governo para ampliar a arrecadação deste ano e diminuir o rombo no Orçamento.

A comissão que analisou a medida provisória enviada pelo governo fez profundas mudanças no texto, inclusive com aumento do desconto nos juros e multas para até 99%.

Agora, a intenção é construir um acordo dos parlamentares com a equipe econômica antes de colocar o texto em votação no plenário da Câmara. Para isso, foi criado um grupo de senadores e deputados para negociar com o Ministério da Fazenda.

Folha mostrou que, sem receber os cargos prometidos pelo Palácio do Planalto, partidos da base de Michel Temer pretendem boicotar as negociações sobre a medida provisória do Refis.

Alegando falta de diálogo com o Planalto, PP, PR, PSD e SD afirmam que o governo se recusa a redistribuir os espaços hoje ocupados por indicações de deputados que votaram contra Temer na Câmara na semana passada.

Com bolsa voto e sem Lava Jato, por JOSÉ NÊUMANNE (no ESTADÃO)

Imagine um País com bolsa voto e sem Lava Jato. Ou seja, com financiamentos bilionários de campanha pagos exclusivamente com verbas públicas de até R$ 6 bilhões por ano, o que dará aos políticos mais possibilidades de roubo, e a reeleição assegurada pelas propinas de hábito. Atente para esse paraíso dos mandatários desta porca República, pois quem vai bancá-lo somos nós, cidadãos e contribuintes espoliados pelo Estado estroina e com o patrimônio pessoal arrasado pela crise econômica. De um lado, o éden para delinquentes. Do outro, o inferno para justos.

Se você, caro leitor, está entre os que acreditam que a reforma da Previdência é necessária para tornar as contas públicas do Brasil viáveis, saiba que ela é apenas um pretexto retórico, não pertence à realidade dos fatos. Se, ao contrário, você está do lado daqueles que acreditam na lorota das contas previdenciárias superavitárias e que, portanto, está sendo armado um golpe, perca seu sono por outra causa. O golpe armado à nossa revelia é mais sórdido e insidioso. Os pais da Pátria, os zelosos defensores do novo lema de nossa bandeira – “crise e desordem” –, nos lograrão com duas tungas abjetas: o distritão, para garantir o foro dos atuais mandatários, que só pensam na própria reeleição; e o fundo partidário, que nos deixará sem fundos no banco. Não restará sem-mandato que não tenha conta a pagar para que os mandatários continuem se refestelando no poder. Esse pacote de maldades resultará do único projeto que alcançará qualquer maioria no Senado e na Câmara: trate seu eleitor como um trouxa. Afinal, ele permite!

O sinal foi dado pelos deputados que não deixaram que o presidente, absolvido, junto com a petista Dilma Rousseff, da eleição mais fraudada da História da República de todas as fraudes, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por excesso de provas, fosse processado por corrupção passiva. Como tudo tem um preço, madama está liberada para ocupar cargo público, seja por um companheiro que a nomeie, seja por fiéis militantes que a elejam.

Michel Temer, escolhido para se juntar ao banquete do poder, do qual os aliados petistas se fartaram, mas apenas para roer ossos na despensa, ocupou o refeitório de forma legítima, e duas vezes. Dilma só chegou ao segundo turno das duas eleições seguidas que venceu por causa do apoio do partido dele, o PMDB, e isso legitimou a posse provisória e, depois, a definitiva dele à cabeceira da mesa farta. Depois foi, mais uma vez legitimamente, dispensado de ser processado pelo quórum constitucional de um terço dos deputados (157). Com 263, ultrapassou a meta em 109 e, de lambujem, foi anistiado por maioria absoluta dos votos (257) e mais meia dúzia. Assim, garantiu a permanência no poder até 2019.

Com 13 milhões e meio de desempregados aos pés e cercado por falências de todos os lados, o presidente partiu para bazófias ao estilo Trump, disparando torpedos em sua conta de Twitter para anunciar o fim da crise econômica, embora já se conte como certa a quebra de compromisso com o déficit público anunciado de R$ 139 bilhões. Diz-se um presidente reformista, mesmo que a mais esperada das reformas, a previdenciária, tenha destino similar ao do bebê Arthur, assassinado no ventre da mãe por uma bala perdida, no Rio.

Temer é autoindulgente, mas a aritmética é implacável. A reforma, impopular menos pela causa do que pelo pregoeiro, depende de 308 votos (três quintos) na Câmara. São 52 mais do que os recebidos para seu perdão prévio em plenário. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), garantem que a vitória chegará em setembro. É um diagnóstico similar ao feito pelo ministro da Justiça, Torquato Jardim, que decretou o fim do crime organizado no Rio: “Ele não é nem organizado nem poderoso. Ele não resiste à ação legal, obediente à lei, inerente ao Estado democrático de direito”, gabou-se.

Na cidade onde Arthur foi baleado e morto antes de ter nascido, a tal da Operação Onerat obrou esse milagre sem muitos esforços nem gastos: cumpriu 15 mandados de prisão, nove dos quais de criminosos que já estavam presos. Mais três pessoas foram presas em flagrante e se apreenderam três pistolas, duas granadas, quatro radiotransmissores, 16 carros e uma motocicleta. E sanear a Previdência vai ser mais barato ainda: a custo zero. Pois não há brasileiro de posse das faculdades mentais que acredite no milagre dessa emenda constitucional. A que realmente vingará será a dita política, da lavra do deputado Vicente (nada) Cândido (PT-SP).

Essa, sim, passará facilmente em todos os quóruns depois da adoção do “perdido por um, perdido por mil”, que os deputados revelaram na votação da quarta-feira 2 de agosto, mês do desgosto. Pois não se mostraram nada incomodados com os baixíssimos índices de popularidade de Temer e deles todos. Ameaçados pelo “sem foro, com Moro”, esses desprezíveis representantes garantirão a reeleição com o distritão, que protege a nobiliarquia partidária, e o aluvião de propinas, que garante a compra do voto, passando ao largo da limpeza da devassa da Lava Jato.

O relator da suja reforma política avisou que não proporá mais a sórdida “emenda Lula”, que proibiria a prisão de candidatos (entre os quais o Guia do Povo) a partir do oitavo mês antes da eleição. Esclareceu, assim, que o anúncio da impunidade para garantir seu voto de volta não passava do bode que o camponês miserável internou em casa antes de descobrir que sem ele certamente a vida ia melhorar. Se a liberdade garantida do Aiatolula não passa de um bode malcheiroso, o distritão e o financiamento exclusivo de campanhas por bilhões do erário são o paraíso que os alvos da Lava Jato – os suspeitos, quem delinquiu, mas não foi revelado, e quem não caiu na tentação por não saber que aqui o crime compensa, sim, e muito – estão dispostos a fundar com números próximos da unanimidade.

*Jornalista, poeta e escritor

Inflação fica abaixo do piso da meta pela 1ª vez desde 2007

Após substituição da bandeira verde pela bandeira amarela e aumento da alíquota PIS/Cofins sobre combustíveis, a inflação teve alta de 0,24% mês de julho, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou perto do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo Broadcast, que iam de 0,08% a 0,27%, com mediana de 0,19%.

Em 12 meses, o indicador registrou alta de 2,71%, a menor variação acumulada nessa comparação desde fevereiro de 1999, quando o resultado foi de 2,24%. Nos primeiros sete meses do ano, a inflação teve alta de 1,43%, o menor resultado nessa comparação desde o início da série histórica, em 1994.

O resultado do IPCA em 12 meses ficou abaixo da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, de 4,5%, e também do piso de tolerância, de 3% (1,5 ponto porcentual para baixo). É a primeira vez que o indicador ultrapassa esse patamar desde março de 2007.

Brasil gera 35,9 mil vagas de emprego em julho

O saldo do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de julho foi positivo em 35,9 mil vagas de emprego com carteira assinada, no quarto mês consecutivo de geração de novos postos de trabalho.  O número decorre de 1.167.770 admissões e 1.131.870 demissões.

+ Temer comemora inflação baixa e diz que País está no rumo certo

O resultado veio acima da projeção mais otimista de analistas do mercado consultado pelo Broadcast, que esperavam abertura de até 30 mil postos de trabalho. Em junho, 9.821 vagas foram abertas, enquanto em julho de 2016 houve destruição de 94,7 mil postos de trabalho.

No resultado de julho, a indústria da transformação puxou a melhora, abrindo 12.594 vagas. O setor de serviços teve um saldo positivo de 7.714 novas vagas de emprego com carteira assinada. O comércio gerou 10.156 novos postos de trabalho em julho. A construção civil abriu 724 vagas no mês passado. O setor agropecuário gerou 7.055 vagas em julho.

Na coletiva de apresentação dos dados, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, comemorou o resultado e afirmou que a indústria "decolou". "Com certeza, em agosto teremos números melhores que julho", afirmou.

Apenas dois setores fecharam postos de trabalho no mês passado. A administração pública fechou 994 vagas e na atividade de extração mineral houve destruição de 224 vagas no período.

Participação dos internautas nesta quarta-feira (09):

Haroldo Faganello- Dourados/MS - Joao Batista, não se preocupe aonde cortar. Esse é um problema dos governantes. Eles ganham para isso. Com o limite de gastos( lei do teto), eles vão ter que se virar nos trinta....

Rodrigo Ribas - Lapa/Pr  - Se o marcola matar os ratos, deixaríamos ele financiar as campanhas?

Carlos Eduardo dos Santos Luhm - Guarapuava/Pr  - NÃO CONCORDO QUE BENESSES LEGISLADAS EM CAUSA PRÓPRIA, SEJAM DIREITOS ADQUIRIDOS, DEVERIA SER EQUIPARADO AO QUE O TRABALHADOR TEM DISPONÍVEL. EXEMPLO: APOSENTADORIA OU A DO TRABALHADOR VALE PARA OS TRÊS PODERES, OU A DELES VALE PARA O TRABALHADOR - AUMENTO DE SALÁRIOS INCLUSIVE O MÍNIMO, AUXILIOS DE TODAS AS NATUREZAS, ETC.

Luiz Eduardo - Cuiabá/MT - A redução de IMPOSTOS que incentivem a produção e comercio não seria uma solução a médio e longo prazo, além do congelamento de salários de funcionários públicos, e redução gradual de custos com os poderes ???

 

Fonte: Notícias Agrícolas

1 comentário

  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

    Rodrigo Ribas, excelente teu comentário. A China é quem deve agradecer aos produtores brasileiros que permitiram a modernização do sistema de produção arcaico dos chineses, que ainda hoje é baseado no comunismo. Além disso temos o Reinaldo Azevedo, urrando que a doutrina economica da Igreja Católica é fascista. Ele chama o bem comum de "hipotético", mas ajoelha no altar da geração de empregos, tentando transferir essa "obrigação" ao Estado e aos empresários, indústriais, comerciantes, etc... Metade da população brasileira quer empreender, quer ter seu próprio negócio, mas o máximo que os estatistas permitem à essa parcela da população é um emprego, um salário que pode ser desvalorizado a hora que as autoridades decidirem. Deploro o legalismo de Reinaldo Azevedo, pois se a lei é injusta e as autoridades são injustas, não tenho obrigação de obedecer e nem de respeitar. Que se danem esses deputados mequetrefes que tornaram o roubo uma coisa legal no Brasil.

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