Direto do Corn Belt, Ginaldo Sousa, da Labhoro, relata condições melhores em estados mais a Oeste dos EUA

Publicado em 18/06/2019 10:58 e atualizado em 18/06/2019 12:47
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Iowa e Minnesotta contam com bom avanço dos trabalhos de plantio e melhor sanidade tanto das lavouras de milho, como de soja. Melhora das condições em ambos os estados podem garantir uma safra dentro da normalidade. Produtor deve estar atento à reação do mercado em Chicago. "Sobe como um foguete, desce com um raio", alerta Ginaldo.
Ginaldo de Sousa - Diretor Geral do Grupo Labhoro

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Entrevista com Ginaldo de Sousa - Diretor Geral do Grupo Labhoro sobre o Lavouras nos Estados Unidos

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Ginaldo de Sousa, diretor geral do Grupo Labhoro, conversou com o Notícias Agrícolas diretamente do estado de Minnessota, nos Estados Unidos, para trazer informações a respeito da safra de grãos no país norte-americano.

Sousa está percorrendo os principais estados produtores e constatou que, primeiro, o mercado subiu por conta de toda a área não ter podido ser plantada. Contudo, a situação que ele vem encontrando nos estados é de que os produtores possuem capacidade de plantio.

Assim, deve-se tomar cuidado, já que a rapidez do mercado é grande. Para ele, o produtor tem que "aproveitar a maré". Há um bom desenvolvimento das lavouras, principalmente das lavouras de milho, embora tenha áreas que ficaram sem plantar. As áreas receberam uma boa quantidade de chuvas e, embora não sejam excepcionais, as lavouras possuem um estado de desenvolvimento adequado no estado de Iowa.

A soja em alguns estados, como Ohio, possuem um atraso no plantio. Entretanto, no meio-oeste, que é o "coração" da produção dos Estados Unidos, as condições são melhores. O produtor brasileiro, perante a esse fator e ao dólar, deve ficar atento na hora da comercialização e começar a sair para troca, segundo ele.

Se o milho fizer novas altas daqui para a frente, elas virão por questões climáticas. As altas motivadas pela área já foram feitas na Bolsa de Chicago (CBOT), como avalia Sousa. Para a soja, seria necessário esperar um avanço um pouco mais forte para entender o que irá ser estabelecido.

Por: Carla Mendes e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

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