Soja fecha em alta em Chicago com USDA podendo reduzir safra de soja dos EUA

Publicado em 11/09/2025 17:12 e atualizado em 11/09/2025 17:56
Altas fortes do óleo também contribuíram. No Brasil, cotações foram limitadas pela baixa do dólar, mas ainda estimuladas pela demanda.
Vinícius Ferreira - Analista de Mercado da Pátria Agronegócios
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Soja fecha em alta em Chicago com USDA podendo reduzir safra de soja dos EUA

 

Os preços da soja fecharam o dia em alta na Bolsa de Chicago, refletindo as expectativas de uma redução nas estimativas do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) para a nova safra dos EUA, com a queda do dólar e com a boa alta do óleo de soja também na CBOT. O mercado retomou parte do fôlego depois das baixas dos últimos dias, realizando lucros e se ajustando antes da chegada do USDA.

Assim, os ganhos entre os principais vencimentos ficaram entre 7,50 e 8,25 pontos, levando o novembro a US$ 10,33 e o maio/26, referência para a nova safra do Brasil, a US$ 10,81 por bushel. Os preços trabalharam em alta durante todo o dia. 

Por outro lado, a ausência da China nas compras no mercado de soja dos EUA mantém os preços ainda limitados na CBOT, com algumas expectativas indicando uma possível redução na estimativa do USDA de exportações 2025/26 do país. No Brasil, a semana tem sido de uma postura mais cautelosa dos produtores, com novos negócios mais tímidos. No disponível, a soja ainda registra mais força, tendo se valorizado de R$ 15 a R$ 20 por saca desde as mínimas que testou na boca da colheita.

Leia mais:

+ Soja já registra valorização de R$ 15 a R$ 20 por saca no disponível desde as mínimas testadas na boca da colheita com força da demanda

Acompanhe a análise completa de Vinícius Ferreira, analista da Pátria Agronegócios, no vídeo acima. 

Por: Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes
Fonte: Notícias Agrícolas

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