Após USDA, soja termina o dia com baixas agressivas em Chicago e pode perder os US$ 10 com tendência de baixa estabelecida
Após USDA, soja termina o dia com baixas agressivas e Chicago pode perder os US$ 10 com tendência de baixa estabelecida
Os preços soja terminaram a sessão desta segunda-feira (12) com baixas agressivas na Bolsa de Chicago, que variaram de 12,25 a 15,50 pontos nos principais vencimentos, depois do relatório baixista trazido pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O março fechou o dia com US$ 10,49 e o maio com US$ 10,61 por bushel.

Leia mais:
+ Soja & Milho: USDA eleva estoques dos EUA, globais, reduz demanda e Chicago despenca nesta 2ª
+ USDA: Estoques trimestrais de soja, milho e trigo dos EUA ficam acima das expectativas
A pressão sobre os preços no mercado interno foi inevitável, deve continuar e, como explicou o diretor geral do Grupo Labhoro, Ginaldo Sousa, o único fator que poderia neutralizar de forma expressiva parte do recuo na CBOT seria um dólar mais forte frente ao real. Do mesmo modo, Sousa acredita ainda que caso as adversidades na Argentina se agravem - já que o país já sofrem com regiões mais secas neste momento - o cenário poderia trazer algum suporte às cotações em Chicago.
Ainda assim, o diretor da Labhoro reforça que não é prudente que o produtor espere por qualquer um desses fatores vindo a se confirmar. O ideal é, para o produtor que precise avançar com estas vendas, que as faças nos momentos de respiro do mercado, escalonadamente.
Acompanhe sua análise na íntegra no vídeo acima.
0 comentário
Soja fecha em alta na CBOT após sessão volátil, mas impacto dos ganhos ainda é limitado no BR
Colheita da soja começa na região de Cascavel/PR com projeção de altas produtividades
Uso de bioinsumos eleva em mais de 8% a produtividade da soja no Paraná
Soja realiza lucros em Chicago nesta 4ª feira, após disparada na sessão anterior
Apesar de relatório neutro, soja fecha 3ª feira com altas de dois dígitos na Bolsa de Chicago
Anec eleva previsão para exportação de soja, farelo e milho do Brasil em fevereiro