Clima econômico do Brasil cresce 30 pontos, revela FGV

Publicado em 23/11/2022 12:21 e atualizado em 23/11/2022 13:53

 

O Índice de Clima Econômico (ICE) do Brasil, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 30 pontos do terceiro para o quarto trimestre deste ano e chegou a 84,5 pontos, em uma escala de 0 a 200. Esse é o melhor resultado do indicador, calculado com base na avaliação de especialistas em economia, desde o terceiro trimestre de 2021 (118,5 pontos).

O Índice da Situação Atual, que mede o presente, subiu 49,4 pontos no período e chegou a 92,3. Já o Índice de Expectativas, que apura a avaliação sobre os próximos meses, avançou 10,2 pontos e atingiu 76,9.

Outras quatro nações tiveram altas além do Brasil: México (14 pontos), Paraguai (13,6), Peru (7,8) e Bolívia (3,8).

Queda

Cinco países tiveram queda: Chile (-1,7 pontos), Argentina (-4), Colômbia (-4,1), Equador (-5,5) e Uruguai (-14,4).

Com a alta, o ICE do Brasil tornou-se o terceiro maior da região, ficando atrás apenas do Paraguai (114,7 pontos) e Uruguai (108,2 pontos). Na América Latina, o ICE médio é de 66,5 pontos.

Os principais problemas apontados pelos especialistas no país são a falta de inovação, infraestrutura inadequada, falta de competitividade internacional, aumento das desigualdades de renda e falta de mão de obra qualificada.

Fonte: Agência Brasil

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Petrobras vai declarar em breve viabilidade comercial de descoberta em Aram, diz CEO
A nova lógica do fósforo: tecnologia está transformando a produtividade da cana-de-açúcar
Royal Rural: Acordo de US$ 51 bi entre China e EUA garante Chicago acima de US$ 12,00 por bushel
EUA liberam acesso temporário a petróleo russo para conter impacto da crise no Oriente Médio
Indenizações do seguro de vida ao produtor rural avançam mais de 1.000% no Espírito Santo em 2026
O que as novas compras agrícolas da China nos EUA significam para o comércio global?