Mapa firma acordo de cooperação para plano de respostas socioambientais no Marajó

Publicado em 07/08/2023 08:27
Ação interministerial foi realizada em Belém, em evento paralelo à programação da Cúpula da Amazônia

O acordo interministerial do Plano de Respostas Socioambientais foi firmado na sexta-feira (4), com o objetivo de promover a garantia dos direitos da população da região do Arquipélago do Marajó, no Pará. Assinaram o acordo de cooperação técnica os ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa), dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e da Igualdade Racial (MIR).  

A assinatura ocorreu em ato na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), na capital Belém. O secretário executivo adjunto, Cleber Soares, representando o ministro Carlos Fávaro, que está em missão oficial na Ásia, assinou o documento. A ação interministerial faz parte da programação paralela à Cúpula da Amazônia, que acontece na cidade na próxima semana.


Vulnerabilidade

Diagnóstico realizado pelo MDHC identificou uma série de vulnerabilidades na região do Marajó. A falta de água potável e de segurança alimentar da população, como acesso a alimentos em quantidade e qualidade suficientes, são alguns dos temas que despertam preocupação.

Conforme previsto no acordo de cooperação técnica, os ministérios trabalharão de forma conjunta atuando no combate à violência e desenvolvimento sustentável, propondo, por meio do corpo técnico, soluções de curto, médio e longo prazo.

Fonte: MAPA

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Biotecnologia garante à cotonicultura brasileira controle de lagartas e daninhas com eficiência e alto teto produtivo
Congresso Brasileiro de Direito do Agronegócio discute crédito mais escasso e endividamento no campo
BVBOOSTER: Tecnologia avança no campo e reduz dependência de adubo nitrogenado
Fávaro diz que não houve alívio na inspeção de soja destinada à China
Programa Semente Forte da Aprosoja MT garante mais segurança ao produtor rural
Geopolítica e energia redesenham o papel do etanol no cenário global