Queda do petróleo e alta do dólar pressionam e café volta a cair nesta 6ª

Publicado em 17/09/2021 12:03

Após abrir as negociações com poucas variações, o mercado futuro do café arábica passou a operar com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). No início da tarde, a principal referência recuava mais de 1%. 

Às 11h52 (horário de Brasília), dezembro/21 tinha queda de 240 pontos, valendo 185,75 cents/lbp, março/22 tinha baixa de 250 pontos, valendo 188,40 cents/lbp, maio/22 tinha baixa de 255 pontos, valendo 189,55 cents/lbp e julho/22 tinha queda de 250 pontos, negociado por 19030 cents/lbp. 

Pesando sobre os preços do café e também neste horário, o petróleo recuava -1.38%, ajudando a pressionar as demais commodities. O dólar registrava valorização de 1,18% e era negociado por R$ 5,33 na venda.

"Investidores repercutindo o aumento do imposto sobre operações financeiras IOF e seu impacto fiscal à medida que aguardavam as reuniões de política monetária do Federal Reserve e do Banco Central do Brasil da semana que vem", destacou a agência de Notícias Reuters. 

Na Bolsa de Londres, o café conilon segue operando com altas e o mercado segue acompanhando as condições do Vietnã. Novembro/21 tinha alta de US$ 18 por tonelada, valendo US$ 2125, janeiro/22 tinha alta de US$ 14 por tonelada, valendo US$ 2104, março/22 subia US$ 5 por tonelada, valendo US4 2042 e maio/22 tinha alta de US$ 3 por tonelada, valendo US$ 2017.

Por: Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Cooperativa do Cerrado de MG aponta atraso na colheita de café e preocupação com qualidade
Café abre a semana em baixa com colheita avançando onde o tempo firma, mas excesso de chuvas ainda preocupa
Café fecha em baixa com pressão da colheita e realização de lucros nas bolsas
Mercado de café cai nesta sexta (26), mas estoques internacionais reduzidos é fator de atenção
Especialíssimo 2026 abre seleção para os melhores cafés produzidos pelos cooperados da Cooxupé
Café inicia a sexta-feira(26) pressionado por chuvas nas lavouras e estoques apertados