Café abre semana recuperando parte das baixas em NY e Londres nesta 2ª

Publicado em 25/07/2022 09:06
Setembro com mais de 300 pontos de alta e negociado na casa dos 210 cents/lbp

O mercado futuro do café arábica abriu a semana com valorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Com a valorização desta manhã, o café recupera parte das baixas registradas na semana passada. Operadores continuam monitorando a entrada da safra brasileira, mas os fatores externos continuam influenciando na volatilidade dos preços que está ainda mais acentuada diante do risco de uma recessão global. 

Por volta das 08h55 (horário de Brasília), setembro/22 tinha alta de 330 pontos, negociado por 210 cents/lbp, dezembro/22 tinha valorização de 340 pontos, cotado por 206,05 cents/lbp, março/23 tinha valorização de 355 pontos, negociado por 202,35 cents/lbp e maio/23 tinha alta de 345 pontos, cotado por 199,85 cents/lbp. 

Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também abriu com valorização. Setembro/22 tinha alta de US$ 13 por tonelada, valendo US$ 1975, novembro/22 tinha alta de US$ 14 por tonelada, negociado por US$ 1974, janeiro/23 tinha alta de US$ 13 por tonelada, negociado por US$ 1957 e março/23 tinha alta de US$ 13 por tonelada, valendo US$ 1940. 

MERCADO INTERNO - ÚLTIMA SESSÃO 

O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 3,72% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.295,00, Poços de Caldas/MG teve desvalorização de 1,52%, negociado por R$ 1.300,00, Machado/MG teve queda de 5,80%, valendo R$ 1.300,00, Varginha/MG teve baixa de 3,70%, cotado por R$ 1.300,00, Campos Gerais/MG teve queda de 4,59%, negociado por R$ 1.350,00 e Franca/SP teve baixa de 3,62%, cotado por R$ 1.330,00. 

O tipo cereja descascado teve queda de 3,52% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.370,00, Poços de Caldas/MG registrou queda de 1,40%, valendo R$ 1.410,00, Varginha/MG teve queda 2,78%, negociado por R$ 2,78%, negociado por R$ 1.400,00 e Campos Gerais/MG teve queda de 4,41%, negociado por R$ 1.410,00. 
 

Por: Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas

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