Milho: B3 abre a sexta-feira subindo após questionamentos sobre produção da safrinha

Publicado em 17/04/2020 09:12 e atualizado em 17/04/2020 12:09
Chicago começa o dia em alta após novo plano da Casa Branca

A sexta-feira (17) começa com ganhos para os preços futuros do milho na bolsa brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas de até 0,62% por volta das 09h12 (horário de Brasília)

O vencimento maio/20 era cotado à R$ 45,76 com valorização de 0,37%, o julho/20 valia R$ 43,20 com alta de 0,23% e o setembro/20 era negociado por R$ 42,37 com elevação de 0,62%.

De acordo com informações da Agência Reuters, as previsões para a colheita do milho de inverno do Brasil ainda apontam para grandes volumes, acima de 70 milhões de toneladas, mas abaixo do potencial de um ciclo que teve plantio recorde. Além disso, as próximas semanas serão fundamentais para a definição da safra, e as chuvas não estão muito regulares em partes da metade sul do país.

Mercado Externo

Já na Bolsa de Chicago (CBOT) os preços internacionais do milho futuro iniciaram a sexta-feira (17) mais altos, com as principais cotações operando com movimentações positivas de até 2,75 pontos por volta das 08h58 (horário de Brasília).

O vencimento maio/20 era cotado à US$ 3,22 com elevação de 2,50 pontos, o julho/20 valia US$ 3,29 com valorização de 2,75 pontos, o setembro/20 era negociado por US$ 3,33 com ganho de 2,50 pontos e o novembro/20 tinha valor de US$ 3,42 com alta de 1,75 pontos.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os contratos futuros de milho foram mais altos nas negociações da noite para o dia, com otimismo sobre um plano da Casa Branca de reabrir lentamente a economia americana, apesar do número de casos da COVID-19 nos Estados Unidos superarem os 662.000.

O presidente Donald Trump apresentou na quinta-feira uma abordagem em três etapas para revitalizar a economia, na qual os estados precisariam mostrar um número decrescente de casos por 14 dias antes de prosseguir.

O presidente disse aos repórteres que o país não abrirá de uma só vez e os estados devem reiniciar "um passo cuidadoso de cada vez". Ele disse no início de abril que o país reabriria com um "big bang", segundo a Agência Reuters.

Relembre como fechou o mercado na última quinta-feira:

>> Milho: incerteza sobre tamanho da demanda no Brasil segue pressionando os preços nesta 5ªfeira

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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