Milho: volatilidade perdura na B3 e contratos sobem nesta sexta-feira

Publicado em 22/05/2020 12:00 e atualizado em 22/05/2020 16:59
Chicago cai com preços baixos na energia

A sexta-feira (22) registra ganhos para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,52% e 0,76% por volta das 11h49 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à R$ 46,70 com alta de 0,52%, o setembro/20 valia R$ 44,99 com elevação de 0,76%, o novembro/20 era negociado por R$ 48,00 com valorização de 0,63% e o janeiro/21 tinha valor de R$ 48,70 com estabilidade.

De acordo com a Agrifatto Consultoria, mesmo com o dólar recuando mais de 2% ontem, as negociações no mercado spot são poucas e acontecem para preenchimento de necessidades que vão da “mão para a boca”. Com isso, na B3 a volatilidade perdura.

Mercado Externo

Já a Bolsa de Chicago (CBOT) operava com os preços internacionais do milho futuro caindo nesta sexta-feira (22). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 1,50 e 1,75 pontos por volta das 11h47 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,16 com queda de 1,75 pontos, o setembro/20 valia R$ 3,21 com desvalorização de 1,75 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,31 com baixa de 1,75 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,44 com perda de 1,50 ponto.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros do milho caíram hoje de manhã, com os preços mais baixos da energia em meio à redução das previsões de crescimento chinês, levando os investidores a questionar a demanda por etanol.

Além disso, o forte progresso do plantio também levantou preocupações sobre uma colheita recorde neste outono.

“Os preços do milho parecem ter atingido o nível mais baixo em 21 de abril, depois que os futuros de julho fecharam em US $ 3,09 / bushel. Existem várias preocupações de oferta e demanda que podem ser otimistas para os preços do milho se eles se materializarem”, aponta a analista Jacqueline Holland.

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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