Milho: B3 registra movimentações restritas e voláteis nesta quinta-feira

Publicado em 02/07/2020 11:55 e atualizado em 02/07/2020 16:36
Chicago perde força após subir 10,5% em dois dias

Os preços do milho futuro operam em campo positivo nesta quinta-feira (02) na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações entre 0,06% e 1,23% por volta das 11h45 (horário de Brasília)

O vencimento julho/20 era cotado à R$ 49,15 com alta de 0,72%, o setembro/20 valia R$ 46,88 com elevação de 0,06%, o novembro/20 era negociado por R$ 49,40 com ganho de 0,30% e o janeiro/21 tinha valor de R$ 51,10 com valorização de 1,23%.

De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, a sustentação da B3 vem como reflexo das últimas altas em Chicago, que registrou elevações de 4% na terça-feira e quase 3% na quarta-feira.

Mercado Externo

Já os preços internacionais do milho futuro perderam força e operavam em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 2,75 e 3,75 pontos por volta das 11h35 (horário de Brasília).

O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,45 com queda de 2,75 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,46 com desvalorização de 3,75 pontos, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,56 com perda de 3,75 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,68 com baixa de 3,50 pontos.

Esse movimento chega após as cotações de Chicago registravam aumento de 10,5% para o contrato mais ativo nos últimos dois dias, apoiado nos cortes acentuados na visão da área cultivada com milho nos Estados Unidos depois do último reporte do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

Segundo informações do site internacional Farm Futures, a demanda de etanol por mistura de refinarias e misturadores caiu 84.000 galões por dia para 34,8 milhões de galões por dia, o primeiro declínio na demanda por etanol em 12 semanas.

“A demanda de gasolina no verão de 2020 (no hemisfério norte) permanece 17% menor do que no mesmo período do ano anterior, quando a pandemia continua a impedir as viagens globais, mesmo no verão”, diz a analista Jacqueline Holland.

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Fonte: Notícias Agrícolas

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