Milho: B3 amplia ganhos após novembro/20 atingir preço recorde

Publicado em 23/09/2020 11:53 e atualizado em 23/09/2020 17:34
Chicago segue em baixa com pressão da colheita

Os preços futuros do milho se mantêm em trajetória de alta na Bolsa Brasileira (B3) nesta quarta-feira (23). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,56% e 0,99% por volta das 11h49 (horário de Brasília).

O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 62,10 com valorização de 0,99%, o janeiro/21 valia R$ 62,10 com elevação de 0,80%, o março/21 era negociado por R$ 62,00 com ganho de 0,83% e o maio/21 tinha valor de R$ 59,32 com alta de 0,56%.

O dólar em alta segue sustentando as cotações futuras do milho no Brasil. Por volta das 11h52 (horário de Brasília), a moeda americana registrava valorização de 1,44% sendo cotada à R$ 5,55.

De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, este é o quarto dia consecutivo de altas para os contratos do cereal brasileiro na B3. Ontem, o vencimento novembro/20 registrou seu maior valor desde que começou a ser negociado, fechando a terça-feira (22) à R$ 61,44 a saca.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) segue baixista para os preços internacionais do milho futuro nesta quarta-feira. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 1,25 e 2,00 pontos por volta das 11h41 (horário de Brasília).

O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 3,68 com perda de 1,25 pontos, o março/21 valia US$ 3,77 com queda de 1,25 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 3,83 com baixa de 1,50 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 3,86 com desvalorização de 2,00 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, as previsões meteorológicas favorecem o ritmo rápido da colheita do agricultor norte-americano, melhorando as condições da safra e as perspectivas de grandes estoques finais enviados com futuros mais baixos no comércio noturno.

“A pressão da colheita pesou fortemente sobre os preços à vista do milho ontem em meio às vendas estáveis ​​da colheitadeira para fazendeiros. A base foi misturada nos locais de processamento através do Corn Belt ontem e continuou a enfraquecer nas usinas de etanol pelo segundo dia consecutivo”, aponta a analista Jacqueline Holland.

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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