Milho sobe pouco na B3 nesta sexta-feira

Publicado em 02/10/2020 12:00 e atualizado em 02/10/2020 16:48
Chicago volátil em meio às incertezas do mercado e Trump com Covid-19

A sexta-feira (02) segue com os preços futuros do milho levemente mais altos na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,1% e 1,4% por volta das 11h58 (horário de Brasília).

O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 66,59 com alta de 0,14%, o janeiro/21 valia R$ 66,86 com elevação de 0,1%, o março/21 era negociado por R$ 67,00 com valorização de 0,3% e o maio/21 tinha valor de R$ 64,16 com ganho de 1,4%.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro seguiram operando próximos da estabilidade nesta sexta-feira na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações entre 0,25 pontos negativos e 0,25 pontos positivos por volta das 11h47 (horário de Brasília).

O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 3,82 com queda de 0,25 pontos, o março/21 valia US$ 3,91 com baixa de 0,25 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 3,97 com alta de 0,25 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 4,01 com ganho de 0,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho tiveram grandes ganhos no início desta semana, mas os traders estão colocando está última alta em pausa enquanto avaliam o teste de coronavírus positivo de Trump e observam os mercados externos em busca de sinais de maior volatilidade ou estabilidade.

As grandes altas foram motivadas por estoques trimestrais menores do que os esperados pelo mercado e dados de exportação semanal dos Estados Unidos superiores aos previstos pelos agentes. Ambos os relatórios foram divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) ao longo desta semana.

Por outro lado, pesam sob as cotações do cereal o avanço da colheita norte-americana, que no início da semana estava em 15% do total de acordo com o USDA, e agora novas incertezas internacionais nos mercados financeiros e com a confirmação que de o presidente Donald Trump testou positivo para Covid-19.

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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