Milho abre a 6ªfeira em alta na B3 e ultrapassando os R$ 95,00

Publicado em 05/03/2021 09:18
Chicago também larga último dia da semana em elevação

A sexta-feira (05) começa com os preços futuros do milho buscando altas na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 1,78% e 2,37% por volta das xxx (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à R$ 90,36 com ganho de 1,85%, o maio/21 valia R$ 95,36 com elevação de 1,23%, o julho/21 era negociado por R$ 91,11 com valorização de 2,37% e o setembro/21 tinha valor de R$ 86,00 com alta de 1,78%.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) também iniciou o último dia da semana com flutuações altistas para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 3,25 e 5,75 pontos por volta das 09h12 (horário de Brasília).

O vencimento março/21 era cotado à US$ 5,50 com elevação de 4,50 pontos, o maio/21 valia US$ 5,38 com valorização de 5,75 pontos, o julho/21 era negociado por US$ 5,27 com ganho de 4,75 pontos e o setembro/21 tinha valor de US$ 4,95 com alta de 3,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os futuros de milho foram maiores com as preocupações com o clima na América do Sul. Embora o foco nas últimas semanas tenha sido a precipitação excessiva no Brasil, o maior exportador mundial de soja, o clima extremamente seco na Argentina também é preocupante.

"Déficits notáveis ​​abrangem dois terços da Argentina, mas as perdas de rendimento afetam até 30% (da) soja na próxima semana", disse o Commodity Weather Group em um relatório.

A publicação também destaca que, por outro lado, atua para limitar os ganhos, a fraca demanda por suprimentos dos Estados Unidos. O único relatório de venda de qualquer produto agrícola dos EUA de 100.000 toneladas ou mais foi em 2 de março, quando os exportadores disseram que o Japão comprou 175.000 toneladas de milho.

Relembre como fechou o mercado na última quinta-feira:

>> Preço do milho sobe no Brasil com colheita atrasada e mercado travado

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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