Movimentações baixistas seguem presentes nos futuros do milho nas Bolsas desta 4ªfeira

Publicado em 14/09/2022 12:06
Chicago recua com pressão de colheita começando e B3 acompanha

Os preços futuros do milho seguem operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta quarta-feira (14). As principais cotações recuavam e flutuavam na faixa entre R$ 83,71 e R$ 96,15 por volta das 12h00 (horário de Brasília). 

O vencimento setembro/22 era cotado à R$ 83,71 com queda de 0,40%, o novembro/22 valia R$ 89,12 com perda de 0,42%, o janeiro/23 era negociado por R$ 93,21 com estabilidade e o março/23 tinha valor de R$ 96,15 com baixa de 0,17%. 

Mercado Externo 

As movimentações baixistas também seguem presentes na Bolsa de Chicago (CBOT) para os preços internacionais do milho futuro por volta das 11h59 (horário de Brasília). 

O vencimento dezembro/22 era cotado à US$ 6,88 com baixa de 4,75 pontos, o março/23 valia US$ 6,92 com queda de 4,75 pontos, o maio/23 era negociado por US$ 6,93 com perda de 4,75 pontos e o julho/23 tinha valor de US$ 6,86 com desvalorização de 5,00 pontos. 

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços do milho caíram um pouco antes da sessão de quarta-feira, com a pressão da colheita começando a aumentar. No lado mais otimista das coisas, o USDA (Departmaneto de Agricultura dos Estados Unidos) cortou as estimativas de rendimento médio para 172,5 bushels por acre, mas esse movimento era amplamente esperado e os mercados já reagiram a isso. 

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Milho fecha em alta em Chicago, enquanto B3 termina o dia em campo misto nesta 3ª
Preços do milho sobem em Chicago nesta 3ª feira, enquanto B3 caminha de lado
Milho sente pressão do petróleo e fecha segunda-feira caindo até 1,2% em Chicago
Brasil exportou 14% mais milho por dia em março/26 do que o registrado em março/25
Cotações do milho em Chicago recuam nesta segunda-feira após adiamento dos ataques dos EUA no Irã
AgRural: Com janela fechada, plantio da safrinha de milho chega a 97% no Centro-Sul