Na contramão das commodities, milho sente pressão e Chicago opera estável nesta quarta-feira
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A quarta-feira (8) começa com os preços internacionais do milho futuro indo na contramão das outras commodities e operando próxima da estabilidade Bolsa de Chicago (CBOT), com as principais posições recebendo pressão recuos por volta das 09h32 (horário de Brasília).
O vencimento julho/26 era cotado a US$ 4,43 com alta de 1,25 ponto, o setembro/26 valeu US$ 4,43 com queda de 0,50 ponto, o dezembro/26 era negociado por US$ 4,64 com perda de 0,25 ponto e o março/27 tinha valor de US$ 4,79 com estabilidade.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho sofreram uma leve correção durante a noite, com os investidores ignorando as altas da soja e do petróleo bruto e aguardando a atualização mensal do USDA sobre oferta e demanda na sexta-feira.
“Os contratos futuros de petróleo bruto dispararam mais de 5% durante a noite, após os EUA retomarem os ataques ao Irã em retaliação aos recentes ataques a petroleiros e o presidente Trump afirmar que o memorando de entendimento para encerrar o conflito com o Irã estava "encerrado". Além disso, a previsão meteorológica otimista para o Meio-Oeste pode limitar a queda nos preços do milho, com projeções estendidas indicando calor intenso e condições secas persistindo até o final de julho, o que aumenta a preocupação com problemas de polinização que poderiam prejudicar o potencial de produtividade”, destaca Bruce Blythe, analista da publicação.
Mercado Interno
Na Bolsa Brasileira (B3), os preços futuros do milho começaram as atividades desta quarta-feira com movimentações positivas. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 65,24 e R$ 75,60 por volta das 098h42 (horário de Brasília).
O vencimento julho/26 era cotado a R$ 65,24 com elevação de 0,43%, o setembro/26 valia R$ 68,60 com valorização de 0,59%, o janeiro/27 era negociado por R$ 74,20 com ganho de 0,27% e o março/27 tinha valor de R$ 75,60 com alta de 0,20%.
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