Plantio da safrinha de milho 2023 atinge 39,1% no Centro-Sul do Brasil, aponta SAFRAS

Publicado em 01/03/2023 11:01
No mesmo período do ano passado o cultivo atingia 52,4% da área de 14,809 milhões de hectare

O plantio da segunda safra de milho 2023 no Centro-Sul do Brasil, popularmente conhecida por safrinha, atingiu 39,1% da área estimada de 14,952 milhões de hectares, segundo levantamento de SAFRAS & Mercado, com dados até 24 de fevereiro. 

Os trabalhos atingem 20% da área no Paraná, de 2,28 milhões de hectares. Em São Paulo o plantio ocupa 10,3% da área prevista de 527 mil hectares. Em Mato Grosso do Sul o plantio chegou a 27,9% dos 2,196 milhões de hectares previstos. Em Goiás, dos 2,413 milhões de hectares projetados, o plantio alcançou 35,8%. Em Mato Grosso o cultivo está em 56,4% dos 6,653 milhões de hectares previstos. Em Minas Gerais o plantio está em 12,3%.  

No mesmo período do ano passado o cultivo atingia 52,4% da área de 14,809 milhões de hectares da safrinha 2022, enquanto a média de plantio para o período nos últimos cinco anos é de 48,7%. 

Na região do Matopiba, os trabalhos atingem 10% da área estimada em 1,244 milhão de hectares. No mesmo período do ano passado, o plantio era de 4,6% de 1,192 milhão de hectares cultivados na safrinha 2022. Já a média de plantio para o período nos últimos cinco anos é de 2,8%. 

Até agora, o plantio atinge 22,3% da área prevista de 348 mil hectares no Tocantins e de 4,6% dos 194 mil hectares esperados na Bahia. A semeadura atinge 5,6% no Maranhão e 4,9% no Piauí.

Fonte: Agência SAFRAS

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Futuros do milho buscam recuperação nesta sexta-feira após últimas quedas em Chicago
Em quinta-feira de aversão ao risco, milho realiza lucros e registra perdas em Chicago
IGC reduz previsão para safra global de milho após ondas de calor na Europa
Após ganhos noturnos, futuros do milho realizam lucros e passam a recuar em Chicago nesta quinta-feira
Milho dispara em Chicago nesta 4ª feira com insegurança sobre Mar Negro e oferta global; B3 acompanha
Milho sobe mais de 2% na Bolsa de Chicago, na esteira da disparada do trigo