Milho começa a sexta-feira com B3 e Chicago trabalhando na estabilidade

Publicado em 16/02/2024 10:24 e atualizado em 16/02/2024 12:39
Movimentações das cotações eram pequenas pela manhã

A sexta-feira (16) começa com os preços futuros do milho se movimentando pouco na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam em campo misto e na faixa entre R$ 64,14 e R$ 64,65 por volta das 10h14 (horário de Brasília). 

O vencimento março/24 era cotado à R$ 64,43 com queda de 0,12%, o maio/24 valia R$ 64,65 com perda de 0,08%, o julho/24 era negociado por R$ 64,14 com alta de 0,03% e o setembro/24 tinha valor de R$ 64,44 com baixa de 0,05%. 

O Analista de Mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, destaca que as cotações do milho na B3 seguem rondando a faixa dos R$ 64,00 sem apresentarem muitas variações nos últimos.  

“Não temos pressão de venda. O mercado de milho segue na calmaria e o cenário interno também tem poucos negócios”, diz. 

Mercado Externo 

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços internacionais do milho futuro também começaram o último pregão da semana operando próximos da estabilidade por volta das 10h10 (horário de Brasília). 

O vencimento março/24 era cotado à US$ 4,18 com alta de 0,25 pontos, o maio/24 valia US$ 4,29 com estabilidade, o julho/24 era negociado por US$ 4,39 com estabilidade e o setembro/24 tinha valor de US$ 4,45 com perda de 0,25 pontos. 

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os preços do milho pouco mudaram durante a noite, já que o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) de ontem foi misto para o grão. 

“A produção deverá cair para 15,04 bilhões de bushels no ano de comercialização de 2024-2025, que começa em 1º de setembro, abaixo dos 15,342 bilhões de bushels do ano anterior. Ainda assim, os estoques finais estão previstos em 2,532 bilhões de bushels, acima dos 2,172 bilhões do ano anterior”, destaca a publicação. 

Relembre como fechou o mercado na última quinta-feira:

+ Preços do milho caíram quase 2% em Chicago após números do USDA desta 5ªfeira

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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