À espera do USDA, cotações do milho abrem a terça-feira recuando em Chicago
A terça-feira (31) começa com os preços internacionais do milho futuro operando no campo levemente negativo na Bolsa de Chicago (CBOT).
Por volta das 09h44 (horário de Brasília), o vencimento maio/26 era cotado a US$ 4,54 com queda de 1,50 ponto, o julho/26 valia US$ 4,65 com perda de 2 pontos, o setembro/26 era negociado por US$ 4,67 com desvalorização de 2,50 pontos e o dezembro/26 tinha valor de US$ 4,81 com baixa de 2,50 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os contratos futuros de milho recuaram durante a noite, com os investidores ignorando os ganhos do petróleo bruto e aguardando os relatórios de hoje do USDA sobre as áreas de plantio previstas e os estoques trimestrais de grãos, que ajudarão a definir a direção dos preços no próximo mês.
Analistas preveem uma queda na área plantada de milho nos EUA, após os agricultores terem aumentado o plantio no ano passado para um recorde, atingindo 98,79 milhões de acres.
“A previsão é de que o plantio fique em torno de 94,371 milhões de acres, com base na estimativa média de uma pesquisa da Reuters com analistas. Essa estimativa média representaria um ligeiro aumento em relação à previsão do USDA de fevereiro, de 94 milhões de acres”, relata Bruce Blythe, analista do Farm Futures.
Mercado Interno
Na Bolsa Brasileira (B3), os preços futuros do milho abriram as atividades desta terça-feira com movimentações em campo misto e próximas da estabilidade. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 72,60 e R$ 76,98 por volta das 10 horas (horário de Brasília).
O vencimento maio/26 era cotado a R$ 73,52 com queda de 0,24%, o julho/26 valia R$ 72,60 com alta de 0,12%, o setembro/26 era negociado por R$ 72,93 com estabilidade e o janeiro/27 tinha valor de R$ 76,98 com elevação de 0,27%.