Novos dados do USDA e da EPA trazem pressão para o milho em Chicago
A terça-feira (1) começa com os preços internacionais do milho futuro levemente mais baixos na Bolsa de Chicago (CBOT), com recuos sendo registrados por volta das 09h41 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/26 era cotado a US$ 5,12 com desvalorização de 2,50 pontos, o dezembro/26 valia US$ 5,36 com queda de 1 ponto, o março/27 era negociado por US$ 5,51 com baixa de 1,25 ponto e o maio/27 tinha valor de US$ 5,57 com perda de 1 ponto.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, os números de acompanhamento das lavouras do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontaram que as condições do milho permanecem inalteradas em relação à semana anterior com 57% das áreas obtendo novamente as melhores classificações.
Até o último domingo, 13% do milho dos EUA estava maduro, mais que o dobro dos 6% da semana anterior e em linha com a média para esta época do ano, segundo o USDA. Sessenta e dois por cento da safra havia atingido o estágio de grão dentado, contra 45% na semana anterior e a média de 56%.
A publicação ainda destaca que. os contratos futuros de milho recuaram ligeiramente durante a noite, após a Agência de Proteção Ambiental (EPA) conceder US$ 1,76 bilhão em créditos de energia renovável a 29 pequenas refinarias de petróleo, o que reduzirá a quantidade de etanol misturada ao combustível este ano.
A EPA, no entanto, afirmou que proporá a realocação das obrigações de mistura dispensadas para 2026 e 2027. Dezoito refinarias receberam isenções totais, 11 receberam isenções parciais (de 50%), três tiveram seus pedidos de isenção negados e duas foram consideradas inelegíveis, segundo comunicado da EPA.
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