Soja passa a recuar em Chicago nesta tarde de 4ª feira, com mercado lento se ajustando

Publicado em 26/12/2018 13:28

O mercado internacional da soja passou para o lado negativo da tabela na Bolsa de Chicago na tarde desta quarta-feira (26), após voltar do feriado do Natal testando leves altas. Os preços da commodity, perto de 14h15 (horário de Brasília), recuavam pouco mais de 5 pontos, levando o janeiro a uS$ 8,78 e o maio/19, que é referência para a formação das cotações no Brasil, a US$ 9,04 por bushel. 

A falta de direção do mercado continua, assim como a falta de novidades consistentes também. E o ritmo lento das operações na CBOT segue até que novas informações cheguem com força suficiente para mudar a direção dos preços e o ambiente para o comércio mundial de soja. Até lá, ainda são encarados os elevados estoques norte-americanos, a volta fraca da China ao mercado dos EUA e a boa safra da América do Sul. 

No Brasil, muitos estados produtores passam por adversidades climáticas e as perdas, apesar de ainda não terem sido contabilizadas, são expressivas em locais chave na produção de soja, como o Paraná, por exemplo. Essa situação, porém, ainda não chegou aos preços. 

Além disso, uma paralisação de setores do governo federal norte-americano ajuda a tirar ainda mais a direção dos preços em Chicago, como explicam analistas internacionais. Trata-se do quinto dia de paralisação e o movimento deve se manter, pelo menos, até quinta-feira, quando o Senado retoma suas atividades. 

Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Soja sobe em Chicago nesta 6ª (9) à espera do USDA; mercado se prepara para novos números da safra dos EUA
Argentina projeta alta de 4% na produção de soja e safra recorde de girassol em 2026/27
Mercado brasileiro da soja tem semana de preços pressionados, poucos negócios e foco no plantio
Soja amplia perdas em Chicago nesta 5ª feira, com farelo caindo mais de 2%
Soja abre em baixa em Chicago nesta 5ª (8), com pressão do farelo e mercado à espera das vendas dos EUA
Soja fecha em baixa em Chicago, mas dólar e prêmios firmes melhoram preços nos portos do Brasil