Soja: Cautela volta à Chicago e mercado opera com estabilidade nesta 3ª feira

Publicado em 24/09/2019 08:16

Após a forte alta da sessão anterior, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam com estabilidade nesta terça-feira (24). Por volta de 7h55 (horário de Brasília), as cotações registravam pequenas altas de 0,25 a 0,50 ponto, com o novembro/19 sendo cotado a US$ 8,93 por bushel. A exceção era o maio, que tinha 0,25 ponto de baixa, valendo US$ 9,26. 

O mercado segue bastante cauteloso, especialmente em relação às relações entre China e Estados Unidos. A notícia da compra chinesa dos 27 navios de soja norte-americana foi bem recebida pelo mercado, porém, rapidamente absorvida. 

Também nesta terça, os traders digerem o último boletim semanal de acompanhamento de safras do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que mostrou inalterado em 54% o índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições no país. O mercado esperava um recuo para 53%. 

"Foco também na assembléia geral das Nações Unidas onde um comentário ou discurso polêmico, principalmente sobre assuntos geopolíticos, econômicos e comerciais pode provocar uma corrida para proteção pelos investidores. Isto está se refletindo na postura de cautela nas commodities e câmbio", explica Steve Cachia, consultor da Cerealpar e da AgroCulte. 

Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:

>> Soja fecha em alta na CBOT nesta 2ª feira com força da demanda chinesa

Por: Carla Mendes | Instagram @jornalistadasoja
Fonte: Notícias Agrícolas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

Expectativa de boa safra nos EUA destravou movimento de realização de lucros e derrubou soja em Chicago
Após perdas consecutivas, soja opera com estabilidade na Bolsa de Chicago
Soja desaba em Chicago com clima ideal nos EUA; Brasil tem pressão nos preços e negócios travados
Soja aprofunda baixas em Chicago nesta 3ª feira com boas chuvas esperadas para o Corn Belt
Soja estende perdas na Bolsa de Chicago nesta 3ª e mantém pressão sobre os preços no Brasil
Soja fecha em baixa na Bolsa de Chicago, apesar de geopolítica ainda na mira