Soja sobe em Chicago nesta 2ª atenta a seus fundamentos e acompanhando demais commodities

Publicado em 02/03/2020 07:54
No radar estão as notícias do coronavírus, da safra da Argentina e da demanda chinesa

A semana começa com os preços da soja em alta na Bolsa de Chicago, mas com os traders muito alertas às notícias do coronavírus. Por volta de 7h15 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 6,50 e 7 pontos nos principais contratos, com o março valendo US$ 8,90, o maio US$ 8,99 e o julho US$ 9,08 por bushel. 

O mercado retoma seus negócios de olho não só nas informações sobre a epidemia do novo vírus, mas também na demanda da China pela oleaginosa - e na possibilidade de a nação asiática voltar a comprar nos EUA - e no avanço da colheita no Brasil, que ainda sofre com o excesso de chuvas em alguns pontos do país.

Paralelamente, a safra e a oferta da Argentina também têm mais espaço no radar dos participantes do mercado. As lavouras sofrem com as condições climáticas em determinadas regiões, e o mercado avalia ainda a decisão do Ministério da Agricultura local de restringir as exportações de soja. 

Ademais, os futuros da soja acompanham o movimento de quase todas as commodities, que também buscam uma recuperação nesta segunda-feira (2). Os preços do petróleo subiam mais de 1,5% tanto em Londres, quanto em Nova York, o ouro tinha ganho de mais de 2% e a prata quase 3%. 

Veja como fechou o mercado na última semana:

>> Compras chinesas se concentram no Brasil e, além da soja, produtos como carnes (aves e suínos) e algodão também se beneficiam

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Fonte: Notícias Agrícolas

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